Conheça Marina, ela precisa de ajuda para encontrar o 1º livro que leu

Por jucimara.pauda em 22/03/2017

Na sala da escola Frederico Ponstan Degraf, em Ponta Grossa, no Mato Grosso, havia um cantinho especial para Marina Lopes Pessôa. A professora Fabiana deixava os livrinhos cheios de figuras para serem folheados pelas crianças quando elas terminavam as tarefas.
Marina sabia as vogais, as consoantes, mas não sabia juntá-las. Aquele dia seria especial. Ela pegou o livro, viu os móveis dançantes e subitamente leu a frase. Finalmente, ela sabia ler.
O tempo passou, Marina veio morar em Cravinhos e nunca mais se esqueceu daquele livro e desde então, procura por ele na Internet e nas livrarias a obra que a ensinou a ler.
“Eu me lembro de aprender a ler com um livro sobre móveis falantes que, infelizmente, nunca encontrei”, afirma ela.
Outro livro que também marcou a vida da jovem leitora foi a “Rebelião dos Acentos” de William Tucci, que conta a história de Natália e Sofia que estão brincando em uma praça que é invadida por um exército de acentos inconformados porque as pessoas não valorizam o trabalho deles.
“Eu leio de tudo, mas hoje  gosto mais de livro de fantasia, no estilo “As Crônicas de Nárnia” e “Harry Potter”", afirma.
Marina fez da leitura um hábito e já escolheu um livro preferido. “Alice no País das Maravilhas” é um clássico e todo mundo tem que ler, porque é um livro de fantasia e cada pessoa entende de uma forma e é muito divertido escutar a interpretação do outro”, afirma.

Leitoras de todas as idades estão circulando pelo blog no mês das mulheres. Agora é a vez de Marina, 16 anos, apaixonada por literatura. Ela tem um desejo: encontrar o livro que ela leu quando ainda era uma menininha procurando juntar as letras . Será que você conhece o livro que Marina procura? Leia a história e se souber conte para a gente.

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Na sala da escola Frederico Ponstan Degraf, em Ponta Grossa, no Mato Grosso, havia um cantinho especial para Marina Lopes Pessôa. A professora Fabiana deixava os livrinhos cheios de figuras para serem folheados pelas crianças quando elas terminavam as tarefas.

Marina sabia as vogais, as consoantes, mas não sabia juntá-las. Aquele dia seria especial. Ela pegou o livro, viu os móveis dançantes e subitamente leu a frase. Finalmente, ela sabia ler.

O tempo passou, Marina veio morar em Cravinhos e nunca mais se esqueceu daquele livro. Desde então, procura por ele na Internet e nas livrarias porque sonha com a obra que a fez ler as primeiras palavras.

“Eu me lembro de aprender a ler com um livro sobre móveis falantes que, infelizmente, nunca encontrei”, afirma ela.

A “Rebelião dos Acentos”, de William Tucci, também encantou Marina. Narra a história de Natália e Sofia que se deparam com um exército de acentos inconformados porque as pessoas não valorizam o trabalho deles.

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Marina fez da leitura um hábito e e gosta de livros de fantasias no estilo “As Crônicas de Nárnia” e “Harry Potter”. Ela também já escolheu um livro preferido: “Alice no País das Maravilhas”.

“É um clássico e todo mundo deveria ler, porque é um livro de fantasia e cada pessoa entende de uma forma e é muito divertido escutar a interpretação do outro”, afirma.

Conheça Bia, apaixonada pelo mundo criado por Monteiro Lobato

Por jucimara.pauda em 20/03/2017

Uma semana toda pela frente para trabalhar, fazer academia, ficar com a família, passear,  ver filmes e ler muito. Você deve ter percebido que coloquei a leitura em último lugar. Para muitas pessoas, talvez ela nem entre na lista. Não é o que acontece com a jornalista Beatriz Camargo, uma apaixonada pelo mundo de Monteiro Lobato. Ela concedeu uma entrevista ao Blog Livro sem frescura no mês da mulher. O objetivo de entrevistar todas estas mulheres é mostrar que é possível arrumar um tempo para se dedicar aos livros, uma atividade prazeirosa e que pode levar você a conhecer um pouco mais do mundo e do seu interior. Leia a entrevista da Bia e conheça as dicas de leitura dela.
Primeiras leituras
Entre os livros que marcaram minhas primeiras incursões à biblioteca da escola está “Sozinha no mundo”, do Marcos Rey, que faz parte da Série Vaga-Lume. Um tempo depois ganhei de meu pai uma edição de “As reinações de Narizinho”, que lembro claramente  que foi o primeiro livro do qual não consegui desgrudar e que até cheguei a passar uma madrugada em claro para terminá-lo. Depois vieram “Caçadas de Pedrinho”, “Viagem ao Céu” e os demais. Pra mim, não há saga na literatura infanto-juvenil comparável a obra de Monteiro Lobato, sua obra é sensacional, e nem mesmo as adaptações feitas para a TV, com todos os recursos audiovisuais, estão à altura do universo que ele descreve nas páginas dos livros, pois não há riqueza narrativa semelhante àquela que o autor conseguiu originalmente criar.
Incentivo a leitura
Eu nunca recebi um incentivo direto, pois em casa não havia livros de ficção, romance ou qualquer outro gênero, mas o ambiente por si só me estimulava muito a ler. Meu pai vivia cercado por jornais, recortes e livros de sociologia, já minha mãe – que adorava costurar – gostava de revistas como ModaMoldes, Manequim e Burda. E ambos sempre me compravam gibis da Turma da Mônica, Mickey e Tio Patinhas. Dessa época, também me recordo de que já no 1º ano da escola eu adorava abrir a Folha de São Paulo para pegar a Folhinha, suplemento infantil que circulava aos sábados e que foi extinto no ano passado.
Círculo do Livro
Lembro ainda que, quando estava na 3ª série do ensino fundamental, meu pai passou a me dar revistas do Círculo do Livro, onde eu podia escolher qualquer título que me interessasse. Nessa fase, além da biblioteca da escola, eu também já me aventurava nas estantes da Altino Arantes. Um dos meus irmãos, que percebeu o quanto eu lia, foi quem me levou lá pela primeira vez e, de cara, me apaixonei. Adoro aquela biblioteca, o prédio e até hoje, quando tenho tempo, empresto livros do acervo deles.
Gênero Literário
Uma coisa da qual me orgulho muito foi ter lido os livros recomendados pelos professores durante o ensino fundamental e também os obrigatórios da lista do vestibular. Foi dessa maneira que meus horizontes se expandiram para grandes autores de língua portuguesa, como Machado de Assis, Camilo Castelo Branco, José de Alencar, Eça de Queiroz e Nelson Rodrigues.
Chick lit
Mas meu gosto literário se diversificou quando eu estava terminando a faculdade, na época a editora Record lançou no Brasil os primeiros livros do gênero Chick lit, como “O diário de Bridget Jones” e “Tasha Harris abre o jogo” e, depois disso, virei uma aficionada por autoras como Helen Fielding, Jane Green, Marian Keys, Sophie Kinsella, Lauren Weisberger e Jennifer Weiner. Hoje ainda gosto deste estilo, principalmente quando quero uma leitura mais leve, mas já não é uma prioridade.
Romances
No geral, sempre gostei mais de romance e também não tenho preconceito em relação a best-sellers, já li Nicholas Sparks, Danielle Steel, Dan Brown… E, entre todos os gêneros de ficção, acho que só não li ficção científica e autores como Aldous Huxley, Douglas Adams e George Orwell.
Indicações
“O amor nos tempos do cólera”: este livro representa muito pra mim, pois além de retratar uma história de amor lindíssima, foi escrito por Gabriel García Márquez, autor nascido na Colômbia, como o meu marido. No dia em que o conheci conversamos sobre este livro, que ele também havia lido e gostado, e é impressionante como isso estabeleceu um grau de afinidade muito grande entre nós logo no início do relacionamento.
“O Jardim do Éden”: minha vontade de ler “Paris é uma festa” se tornou ainda maior após ler este livro, que também é do Ernest Hemingway. Mesmo sendo uma obra inacabada, é uma história envolvente, que te transpõe para deliciosos cenários praianos na costa da França e da Espanha.
“Sheila Levine está morta e vivendo em Nova York”: nunca encontrei outro livro escrito por Gail Parent, que é roteirista. Além de muito bem escrito, é o livro mais engraçado e espirituoso que já li. Se não fosse tão cômico, ele até poderia ser um Chick lit, mas é muito melhor e capaz de agradar até mesmo quem não gosta deste gênero.
“O mundo pós-aniversário”: de Lionel Shriver, mesma autora de “Precisamos Falar Sobre o Kevin”, este livro tem uma estrutura narrativa muito original. É uma obra que nos faz lembrar de escolhas e decisões tomadas ao longo da vida, e também nos leva a refletir sobre como pequenos gestos e atos insensatos podem causar grandes desdobramentos em nossas vidas.
“A garota no trem”: Este thriller policial é altamente intrigante e surpreendente, sua história me fisgou por completo. Estou aguardando ansiosamente que outros livros de Paula Hawkins sejam lançados no Brasil.

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Uma semana toda pela frente para trabalhar, fazer academia, ficar com a família, passear,  ver filmes e ler muito. Você deve ter percebido que coloquei a leitura em último lugar. Para muitas pessoas, talvez ela nem entre na lista. Não é o que acontece com a jornalista Beatriz Camargo, uma apaixonada pelo mundo de Monteiro Lobato. Ela concedeu uma entrevista ao Blog Livro sem frescura no mês da mulher. O objetivo de entrevistar todas estas mulheres é mostrar que é possível arrumar um tempo para se dedicar aos livros, uma atividade prazerosa , e que pode levar você a conhecer um pouco mais do mundo e do seu interior. Leia a entrevista da Bia e conheça as dicas de leitura dela, que por sinal são muitos boas, mas quero dar um pitaco: minha amiga leia “Paris é uma festa”, porque o livro é maravilhoso. Depois assista “Meia Noite em Paris” e morra de vontade de viver na década de 1920.

Primeiras leituras

Entre os livros que marcaram minhas primeiras incursões à biblioteca da escola está “Sozinha no mundo”, do Marcos Rey, que faz parte da Série Vaga-Lume. Um tempo depois ganhei de meu pai uma edição de “As reinações de Narizinho”, que lembro claramente  que foi o primeiro livro do qual não consegui desgrudar e que até cheguei a passar uma madrugada em claro para terminá-lo. Depois vieram “Caçadas de Pedrinho”, “Viagem ao Céu” e os demais. Pra mim, não há saga na literatura infanto-juvenil comparável a obra de Monteiro Lobato, sua obra é sensacional, e nem mesmo as adaptações feitas para a TV, com todos os recursos audiovisuais, estão à altura do universo que ele descreve nas páginas dos livros, pois não há riqueza narrativa semelhante aquela que o autor conseguiu originalmente criar.

Incentivo a leitura

Eu nunca recebi um incentivo direto, pois em casa não havia livros de ficção, romance ou qualquer outro gênero, mas o ambiente por si só me estimulava muito a ler. Meu pai vivia cercado por jornais, recortes e livros de sociologia, já minha mãe – que adorava costurar – gostava de revistas como ModaMoldes, Manequim e Burda. E ambos sempre me compravam gibis da Turma da Mônica, Mickey e Tio Patinhas. Dessa época, também me recordo de que já no 1º ano da escola eu adorava abrir a Folha de São Paulo para pegar a Folhinha, suplemento infantil que circulava aos sábados e que foi extinto no ano passado.

Círculo do Livro

Lembro ainda que, quando estava na 3ª série do ensino fundamental, meu pai passou a me dar revistas do Círculo do Livro, onde eu podia escolher qualquer título que me interessasse. Nessa fase, além da biblioteca da escola, eu também já me aventurava nas estantes da Altino Arantes. Um dos meus irmãos, que percebeu o quanto eu lia, foi quem me levou lá pela primeira vez e, de cara, me apaixonei. Adoro aquela biblioteca, o prédio e até hoje, quando tenho tempo, empresto livros do acervo deles.

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Clássicos da Literatura

Uma coisa da qual me orgulho muito foi ter lido os livros recomendados pelos professores durante o ensino fundamental e também os obrigatórios da lista do vestibular. Foi dessa maneira que meus horizontes se expandiram para grandes autores de língua portuguesa, como Machado de Assis, Camilo Castelo Branco, José de Alencar, Eça de Queiroz e Nelson Rodrigues.

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Chick lit

Mas meu gosto literário se diversificou quando eu estava terminando a faculdade, na época a editora Record lançou no Brasil os primeiros livros do gênero Chick lit, como “O diário de Bridget Jones” e “Tasha Harris abre o jogo” e, depois disso, virei uma aficionada por autoras como Helen Fielding, Jane Green, Marian Keys, Sophie Kinsella, Lauren Weisberger e Jennifer Weiner. Hoje ainda gosto deste estilo, principalmente quando quero uma leitura mais leve, mas já não é uma prioridade.

Romances

No geral, sempre gostei mais de romance e também não tenho preconceito em relação a best-sellers, já li Nicholas Sparks, Danielle Steel, Dan Brown… E, entre todos os gêneros de ficção, acho que só não li ficção científica e autores como Aldous Huxley, Douglas Adams e George Orwell.

Indicações

“O amor nos tempos do cólera”: este livro representa muito pra mim, pois além de retratar uma história de amor lindíssima, foi escrito por Gabriel García Márquez, autor nascido na Colômbia, como o meu marido. No dia em que o conheci conversamos sobre este livro, que ele também havia lido e gostado, e é impressionante como isso estabeleceu um grau de afinidade muito grande entre nós logo no início do relacionamento.

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“O Jardim do Éden”: minha vontade de ler “Paris é uma festa” se tornou ainda maior após ler este livro, que também é do Ernest Hemingway. Mesmo sendo uma obra inacabada, é uma história envolvente, que te transpõe para deliciosos cenários praianos na costa da França e da Espanha.

“Sheila Levine está morta e vivendo em Nova York”: nunca encontrei outro livro escrito por Gail Parent, que é roteirista. Além de muito bem escrito, é o livro mais engraçado e espirituoso que já li. Se não fosse tão cômico, ele até poderia ser um Chick lit, mas é muito melhor e capaz de agradar até mesmo quem não gosta deste gênero.

“O mundo pós-aniversário”: de Lionel Shriver, mesma autora de “Precisamos Falar Sobre o Kevin”, este livro tem uma estrutura narrativa muito original. É uma obra que nos faz lembrar de escolhas e decisões tomadas ao longo da vida, e também nos leva a refletir sobre como pequenos gestos e atos insensatos podem causar grandes desdobramentos em nossas vidas.

“A garota no trem”: Este thriller policial é altamente intrigante e surpreendente, sua história me fisgou por completo. Estou aguardando ansiosamente que outros livros de Paula Hawkins sejam lançados no Brasil.

Conheça Erika, e os livros que ajudam a conquistar prêmios

Por jucimara.pauda em 18/03/2017

O final de semana chegou e está na hora de conhecer Erika Pereira uma leitora que desenvolve a atitude empreendedora com a ajuda dos livros. Ler é tão eficaz na vida de Erika que ela ganhou da empresa em que trabalha o prêmio inteligência que contempla o profissional que com criatividade e inteligência desenvolve e usa ferramentas em prol da instituição
“Eu ajudei a criar um setor chamado Central de demandas que tornou todos os funcionários que tinham contato com clientes em vendedores, identificando possíveis soluções que poderiam ser oferecidas aos clientes, isso em pequenos serviços. A iniciativa rendeu a empresa em poucos meses lucro”, afirma
Para auxiliar no desenvolvimento profissional Erika lê autores como Bel Pesce, Flávio Augusto e Vania Ferrari.
“Recentemente li Manual de um Gerente à Beira de um Ataque de Nervos, da Vania Ferrari, que fala sobre comportamento organizacional de uma forma super divertida.Esses autores me ajudam a ser mais proativa e empreendedora dentro da empresa buscando sempre melhorar os processos e se relacionar melhor com meus colegas de trabalho”, comenta.
Erika passou de  leitora a empreendedora e funcionária capaz de criar sistemas que geram lucros, após anos de leitura ininterrupta.
Ela relembra os primeiros passos que culminaram com sua paixão pelos livros. Tudo começou com a leitura da “Bela Adormecida”, gibis até o “Mundo de Sofia” de jostein Gardner que a despertou para o mundo dos livros.
Hoje, ela participa do grupo Devoradores de Livros, no Facebook, e tem paixão por livros de ação e fantasia. Para as mulheres, ela indica leitura que foram importantes na vida dela.
“Eu aconselho todas a lerem “Só as mães são felizes”, uma biografia de Lucinha Araújo mãe do Cazuza. É um livro emocionante de uma mulher forte e admirável. Também indico “As Valquirias” de Paulo Coelho,  que fala de mulheres fortes que enfrentam a vida de frente. Por último “A amiga genial”, de Elena Ferrante, um livro  que devorei porque gostei do modo em que a autora aborda  dramas comuns entre mulheres que são amigas, aquele amor e competição, quase que instintivos.”

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O final de semana chegou e está na hora de conhecer Erika Pereira uma leitora que desenvolve a atitude empreendedora com a ajuda dos livros. O hábito da leitura ajudou nossa entrevistada a ganhar da empresa em que trabalha, um escritório de gerenciamento de projetos em TI, o prêmio inteligência, que contempla o profissional criativo que desenvolve  ferramentas para melhorar o funcionamento da firma.

“Eu ajudei a criar um setor chamado Central de Demandas que fez com que todos os funcionários que mantinham contato com os clientes fossem vendedores,e identificassem possíveis soluções que poderiam ser oferecidas aos clientes, em pequenos serviços. A iniciativa rendeu a empresa em poucos meses um bom lucro”, afirma.

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Para auxiliar no desenvolvimento profissional, Erika lê autores como Bel Pesce, Flávio Augusto e Vania Ferrari.

“Recentemente li Manual de um Gerente à Beira de um Ataque de Nervos, da Vania Ferrari, que fala sobre comportamento organizacional de uma forma super divertida.Esses autores me ajudam a ser mais proativa e empreendedora dentro da empresa buscando sempre melhorar os processos e se relacionar melhor com meus colegas de trabalho”, comenta.

Erika passou de  leitora a empreendedora e funcionária capaz de criar sistemas que geram lucros, após anos de leitura ininterrupta.Ela relembra os primeiros passos que culminaram com sua paixão pelos livros. Tudo começou com “Bela Adormecida” e gibis. Na adolescência,  “Mundo de Sofia” de Jostein Gardner  a despertou para o mundo dos livros.

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Hoje, ela participa do grupo Devoradores de Livros, no Facebook, e tem paixão por livros de ação e fantasia. Para as mulheres, ela indica leituras que foram importantes na vida dela.

“Eu aconselho todas a lerem “Só as mães são felizes”, uma biografia de Lucinha Araújo mãe do Cazuza. É um livro emocionante e de uma mulher forte e admirável. Também indico “As Valquirias” de Paulo Coelho,  que fala de mulheres fortes que enfrentam a vida de frente. Por último “A amiga genial”, de Elena Ferrante, um livro  que devorei porque gostei do modo como a autora aborda  dramas comuns entre mulheres que são amigas, aquele amor e competição, quase que instintivos.”

Conheça Ana, a leitora apaixonada pela Biblioteca Mário de Andrade

Por jucimara.pauda em 17/03/2017

Conheça Ana, a paulistana apaixonada pela Biblioteca Mário de Andrade
Os gibis faziam parte da vida de Ana Lucia Campozana Pinto e foram suas primeiras leituras. Ela se recorda de comprar as histórias em quadrinhos em uma banca de jornal quando ia para a escola, na capital paulista.
Nesta época, ela se recorda de um momento especial: o dia que ela conheceu a maior biblioteca públia da cidade.
“Quando eu conhecia a biblioteca Mário de Andrade fiquei fascinada, então, imagina o meu encantamento”.
A biblioteca fundada em 1925, é a maior da capital paulista e a segunda maior do país, atrás apenas da Biblioteca Nacional, do Rio de Janeiro. Hoje, ela funciona 24 horas por dia.
Na adolescência, Ana também leu os clássicos da literatura brasileira. Passaram pelas mãos dela Machado de Assis, Aluisio de Azevedo e Euclides da Cunha. Os mistérios de Agatha Christie e a coleção de Jorge Amado, que a família tinha em casa, também contribuíram para o crescimento do seu amor pela literatura.
“Fiquei fascinada pelo desenrolar das estórias, ao ponto de querer ler cada vez mais”, recorda.
Nesta caminhada rumo a leitura, ela contou com a ajuda da irmã Maria Luiza, uma leitora voraz.
“Minha irmã mais velha que me incentivou, teve também um dedinho do meu pai, mas acho que foi mais minha irmã. Eu me lembro que ela sempre estava lendo um livro, isto até hoje, e eu ficava esperando ela terminar para ler. Todos que ela lia, eu também lia, muitas vezes eu a pertubava para terminar, porque queria ler”.
Hoje, Ana se considera uma leitora eclética porque gosta de vários estilos literários.
“Adoro os suspenses e romances, mas estou sempre disposta a ler coisas novas. Dos últimos livros que li, gostei muito da “Menina da Neve”, de Eowyn Ivey”, ” P.S. Eu Te Amo”, de Cecelia Ahern, “Arroz de Palma”, de Francisco Azevedo”, e deste adorei as colocações como: “Família é prato difícil de preparar”.

Neste mês das mulheres eu estou encantada com a trajetória de cada pessoa rumo a literatura. Em 17 dias de entrevistas eu constatei que a família e os professores são essenciais nesta caminhada. Ana falou com o blog e mostrou que uma biblioteca pública também faz parte do cotidiano do leitor. Conheça a história dela.

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Os gibis faziam parte da vida de Ana Lucia Campozana Pinto e foram suas primeiras leituras. Ela se recorda de comprar as histórias em quadrinhos em uma banca de jornal quando ia para a escola, na capital paulista.

Nesta época, ela se recorda de um momento especial: o dia que foi pela primeira vez na maior biblioteca pública da cidade e achou que estava em um mundo encantado e comandado pelos livros.Ela guarda o momento em um cantinho especial da memória.

“Quando eu conheci a biblioteca municipal Mário de Andrade fiquei fascinada, então, imagina o meu encantamento”.

A biblioteca fundada em 1925 é a maior da capital paulista e a segunda maior do país, atrás apenas da Biblioteca Nacional, do Rio de Janeiro. Hoje, ela funciona 24 horas por dia.

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Na adolescência, Ana também leu os clássicos da literatura brasileira. Passaram pelas mãos dela Machado de Assis, Aluísio de Azevedo e Euclides da Cunha. Os mistérios de Agatha Christie e a coleção de Jorge Amado, que a família tinha em casa, também contribuíram para o crescimento do seu amor pela literatura.

“Fiquei fascinada pelo desenrolar das estórias, ao ponto de querer ler cada vez mais”, recorda.

Nesta caminhada rumo a leitura, ela contou com a ajuda da irmã Maria Luíza, uma leitora voraz.

“Minha irmã mais velha que me incentivou, teve também um dedinho do meu pai, mas acho que foi mais minha irmã. Eu me lembro que ela sempre estava lendo um livro, isto até hoje, e eu ficava esperando ela terminar para ler. Todos que ela lia, eu também lia, muitas vezes eu a perturbava para terminar, porque queria ler”.

Hoje, Ana se considera uma leitora eclética porque gosta de vários estilos literários.

“Adoro os suspenses e romances, mas estou sempre disposta a ler coisas novas. Dos últimos livros que li, gostei muito da “Menina da Neve”, de Eowyn Ivey”, ” P.S. Eu Te Amo”, de Cecelia Ahern, “Arroz de Palma”, de Francisco Azevedo”, e deste adorei as colocações como: “Família é prato difícil de preparar”.

Conheça Cidinha da Silva, em seu novo livro a escritora mostra o genocídio dos negros

Por jucimara.pauda em 14/03/2017

A escritora Cidinha da Silva era adolescente quando deu os primeiros passos no mundo da escrita. Hoje, ela encanta os leitores com os seus livros que trazem personagens carregados de realidade.
Este mês, ela vem a Ribeirão Preto, a convite do Sesc e do Leia Mulheres para lançar o seu livro “Parem de nos matar”. Ela também dará uma oficina para propagar o afeto pela literatura.
Ela conversou com o blog Livro sem frescura sobre a sua infância e o papel da mulher negra no mundo literário brasileiro.
Descoberta
A leitura foi a maior descoberta do meu mundo infantil. Fiz então como toda criança faz com aquilo que produz encantamento, me joguei.
Primeiros passos na escrita
O primeiríssimo passo foi a leitura que me despertava vontade de criar minhas próprias histórias. De alguma forma eu fazia isso nas “composições” do antigo grupo escolar e posteriormente nas redações do colégio
Primeiro romance
Aos 12 anos comecei a escrever um negócio que pretendia ser um romance de aventura e se chamava “Aventura em mar aberto”. Só escrevi as primeiras folhas de um caderno pautado. Naufragou. A motivação para esta escrita foram as leituras da série Vagalume, da Ática, Julio Verne e Monteiro Lobato, que àquela época eu lia sem olhos críticos.
Poemas
Escrevi umas coisas que chamava de poemas, mas que não tinham literariedade alguma. Eram apenas um desejo adolescente de comunicação com o mundo.
As crônicas e suas origens
Elas nascem basicamente da observação do mundo. Essa observação gera inquietações, alegrias, dores, angústias, desacordos, desassossegos, vontade de opinar criticamente.
O primeiro livro
Foi massa. Eu ainda não sabia que viria a fazer literatura. Eu me entendia como artivista naquele momento (2006), ou seja, alguém que utilizava a arte para fazer política, apenas isso. O primeiro livro, “Cada tridente em seu lugar”, como boa parte dos primeiros livros, tem altos e baixos, e os altos, a parte mais literária, eram o que eu menos compreendia e geravam mais insegurança. Foi um livro em que experimentei vários temas e linhas de criação. As melhores linhas foram as que saíram do prumo e me mostraram que se eu seguisse por caminhos menos óbvios poderia, de fato, fazer literatura.
Inspiração
Não costumo pensar que tenha inspirações para escrever. tenho motivações (parte subjetiva) e disciplina (o trabalho da escrita, propriamente). O quem move é a necessidade de me comunicar com o mundo, a partir do lugar em que enxergo o mundo e da forma como o faço. Também me move a necessidade de criar mundos novos.
A mulher e o mercado literário
Poxa, cabe um mundo nessa resposta. Para facilitar a vida e não cometer grandes erros, recortemos o mercado editorial brasileiro contemporâneo. Darei impressões epiteliais, sem pretensão de aprofundamento. No que tange à produção, continuamos sem saber o quanto as mulheres escrevem, pois a publicação de mulheres continua pequena.
A mulher e o reconhecimento no mundo literário
Em relação ao reconhecimento, legitimação e premiação das mulheres escritoras, continuamos pouco visíveis em tudo e os júris continuam majoritariamente masculinos.
O mercado literário e as escritoras negras
Em relação ao pertencimento racial das escritoras, como grandes nomes, depois de Maria Firmina dos Reis, Carolina Maria de Jesus e da pouco conhecida e excelente Ruth Guimarães, talvez tenhamos apenas Ana Maria Gonçalves, Elisa Lucinda e Conceição Evaristo. É muito pouco.
Invisibilidade  das escritoras negras
O segundo maior problema da invisibilidade das escritoras negras, depois do racismo estrutural que atinge a produção de todas as mulheres negras, é a presença reduzida em editoras que promovam seu corpo de autoras. A recepção aos textos das escritoras negras é boa, mas ainda restrita ao público negro, para boa parte das autoras. A escrita das mulheres negras merece despertar o interesse de outros grupos também. Ou seja, o temos a dizer e o que temos dito precisa ser ouvido, lido e debatido para além de nós mesmas.
Evento em Ribeirão Preto
Teremos três momentos de encontro em Ribeirão Preto: o primeiro, o curso #Parem de nos matar! – um modo de educar afetos pela leitura que acontece no SESC nas manhãs dos dias 18 e 19. Na oportunidade trabalharemos a manufatura do livro #Parem de nos matar!. Capa, escolhas temáticas, organização dos textos, tessitura dos blocos que estruturam o livro, a saber: a interseção racismo e futebol, arte, políticas públicas de educação, imigração e cultura, movimentos sociais, homoafetividades e resistência a esse estado de coisas. No segundo dia do curso, exercícios serão construídos coletivamente para potencializar o uso das crônicas como ferramenta educativa e de movimentação da perspectiva de criação e intervenção política pela literatura. As inscrições estão abertas.
Leia Mulheres
No segundo momento participarei com muita alegria do Leia Mulheres promovido pela mulherada simpática e ativa de Ribeirão. A seguir lançaremos o livro #Parem de nos matar!, autografarei a obra, para quem desejar e alguns dos meus outros livros também estarão à disposição para quem quiser adquiri-los.

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A escritora Cidinha da Silva era adolescente quando deu os primeiros passos no mundo da escrita. Hoje, ela encanta os leitores com os seus livros que trazem personagens carregados de realidade.

Este mês, ela vem a Ribeirão Preto, a convite do Sesc e do Leia Mulheres para lançar o seu livro #Parem de nos matar. Através de crônicas ela narra o genocídio físico e cultural dos negros.Ela também dará uma oficina no Sesc, para propagar o afeto pela literatura.

Ela conversou com o blog Livro sem frescura sobre a sua infância e o papel da mulher negra no mundo literário brasileiro.

Descoberta

A leitura foi a maior descoberta do meu mundo infantil. Fiz então como toda criança faz com aquilo que produz encantamento, me joguei.

Primeiros passos na escrita

O primeiríssimo passo foi a leitura que me despertava vontade de criar minhas próprias histórias. De alguma forma eu fazia isso nas “composições” do antigo grupo escolar e posteriormente nas redações do colégio

Primeiro romance

Aos 12 anos comecei a escrever um negócio que pretendia ser um romance de aventura e se chamava “Aventura em mar aberto”. Só escrevi as primeiras folhas de um caderno pautado. Naufragou. A motivação para esta escrita foram as leituras da série Vagalume, da Ática, Julio Verne e Monteiro Lobato, que àquela época eu lia sem olhos críticos.

Poemas

Escrevi umas coisas que chamava de poemas, mas que não tinham literariedade alguma. Eram apenas um desejo adolescente de comunicação com o mundo.

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As crônicas e suas origens

Elas nascem basicamente da observação do mundo. Essa observação gera inquietações, alegrias, dores, angústias, desacordos, desassossegos, vontade de opinar criticamente.

Primeiro livro

Foi massa. Eu ainda não sabia que viria a fazer literatura. Eu me entendia como artivista naquele momento (2006), ou seja, alguém que utilizava a arte para fazer política, apenas isso. O primeiro livro, “Cada tridente em seu lugar”, como boa parte dos primeiros livros, tem altos e baixos, e os altos, a parte mais literária, eram o que eu menos compreendia e geravam mais insegurança. Foi um livro em que experimentei vários temas e linhas de criação. As melhores linhas foram as que saíram do prumo e me mostraram que se eu seguisse por caminhos menos óbvios poderia, de fato, fazer literatura.

Inspiração

Não costumo pensar que tenha inspirações para escrever. tenho motivações (parte subjetiva) e disciplina (o trabalho da escrita, propriamente). O quem move é a necessidade de me comunicar com o mundo, a partir do lugar em que enxergo o mundo e da forma como o faço. Também me move a necessidade de criar mundos novos.

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A mulher e o mercado literário

Poxa, cabe um mundo nessa resposta. Para facilitar a vida e não cometer grandes erros, recortemos o mercado editorial brasileiro contemporâneo. Darei impressões epiteliais, sem pretensão de aprofundamento. No que tange à produção, continuamos sem saber o quanto as mulheres escrevem, pois a publicação de mulheres continua pequena.

A mulher e o reconhecimento no mundo literário

Em relação ao reconhecimento, legitimação e premiação das mulheres escritoras, continuamos pouco visíveis em tudo e os júris continuam majoritariamente masculinos.

O mercado literário e as escritoras negras

Em relação ao pertencimento racial das escritoras, como grandes nomes, depois de Maria Firmina dos Reis, Carolina Maria de Jesus e da pouco conhecida e excelente Ruth Guimarães, talvez tenhamos apenas Ana Maria Gonçalves, Elisa Lucinda e Conceição Evaristo. É muito pouco.

Invisibilidade  das escritoras negras

O segundo maior problema da invisibilidade das escritoras negras, depois do racismo estrutural que atinge a produção de todas as mulheres negras, é a presença reduzida em editoras que promovam seu corpo de autoras. A recepção aos textos das escritoras negras é boa, mas ainda restrita ao público negro, para boa parte das autoras. A escrita das mulheres negras merece despertar o interesse de outros grupos também. Ou seja, o temos a dizer e o que temos dito precisa ser ouvido, lido e debatido para além de nós mesmas.

Evento em Ribeirão Preto

Teremos três momentos de encontro em Ribeirão Preto: o primeiro, o curso #Parem de nos matar! – um modo de educar afetos pela leitura que acontece no SESC nas manhãs dos dias 18 e 19. Na oportunidade trabalharemos a manufatura do livro #Parem de nos matar!. Capa, escolhas temáticas, organização dos textos, tessitura dos blocos que estruturam o livro, a saber: a interseção racismo e futebol, arte, políticas públicas de educação, imigração e cultura, movimentos sociais, homoafetividades e resistência a esse estado de coisas. No segundo dia do curso, exercícios serão construídos coletivamente para potencializar o uso das crônicas como ferramenta educativa e de movimentação da perspectiva de criação e intervenção política pela literatura. As inscrições estão abertas.

Leia Mulheres

No segundo momento participarei com muita alegria do Leia Mulheres promovido pela mulherada simpática e ativa de Ribeirão. A seguir lançaremos o livro #Parem de nos matar!, autografarei a obra, para quem desejar e alguns dos meus outros livros também estarão à disposição para quem quiser adquiri-los.

SERVIÇO

Bate-papo

Leia Mulheres – #PAREM DE NOS MATAR

Dia 18, sábado

Horário: 14h

Local: Galpão. 100 lugares.

Grátis Acesso Livre.

Oficina

#Parem de nos matar!: um modo de educar os afetos pela leitura

Dias 18 e 19, sábado e domingo

Horário: 10h às 13h.

Oficina 3. 30 vagas. Grátis.


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Conheça Marina, a mãe que ensina o filho a viajar através da leitura

Por jucimara.pauda em 11/03/2017

Marina Rossini começou a ler ainda menina e deixava de brincar para ficar viajando pelo mundo da leitura.
“Enquanto minhas primas brincavam com minha irmã, eu ia no quarto delas e ficava lendo”, relembra.
Ela puxa pela memória e relembra com carinho dos livros de capa dura que traziam as histórias dos Irmãos Grimm e da “Fada que tinha ideias”.A menina virou adolescente e foi buscar heroínas destemidas.
“Eu buscava livros sobre heroínas. Sidney Sheldon, Clarice Lispector, os poemas do Vinícius de Moraes “Para viver um grande amor”. Lembro de um livro de contos e especificamente do conto ” As Formigas” dá Lígia Fagundes Telles . Nossa quanto medo deste conto”.
Ela acredita que a vida a incentivou a buscar os livros e a mergulhar nas aventuras da literatura.
“As boas histórias sempre foram meu refúgio. Quando eu tinha problemas, mesmo menina, buscava força neste trio: livros, música e cinema.”
Para o filho Angelo Sastre Júnior ela passou o gosto pela leitura. O adolescente não decepciona a mãe.
“Incentivo muito o Ângelo. E felizmente ele corresponde. Seus últimos presentes de Natal e aniversário foi dinheiro convertido em livros. Comprou os três últimos volumes do Stephen Hawking que ele curte. Esses temas sobre ciência. A gente sempre conversa sobre essa coisa de gostar de ler. Como é fácil viajar sem gastar nada. Se aprofundar em temas. Assuntos. É fácil ser feliz”, finaliza

marina

Marina Rossini começou a ler ainda menina e deixava de brincar para ficar viajando pelo mundo da leitura. “Enquanto minhas primas brincavam com minha irmã, eu ia no quarto delas e ficava lendo”, relembra.

Ela puxa pela memória e  conta que tinha um carinho especial pelos livros de capa dura que as primas guardavam no quarto. Através deles, ela percorria o mundo mágico dos Irmãos Grimm e da “Fada que tinha ideias”.

A menina cresceu e se transformou em uma adolescente que queria encontrar e viver as emoções das heroínas destemidas.

“Eu lia Sidney Sheldon, Clarice Lispector, os poemas do Vinícius de Moraes “Para viver um grande amor”. Lembro de um livro de contos e especificamente do conto ” As Formigas” dá Lígia Fagundes Telles . Nossa quanto medo deste conto”.

Ela acredita que a vida a incentivou a buscar os livros e a mergulhar nas aventuras da literatura.

“As boas histórias sempre foram meu refúgio. Quando eu tinha problemas, mesmo menina, buscava força neste trio: livros, música e cinema.”

Na infância este era o livro preferido de Marina

Livro preferido da menina Marina

O filho, Angelo Sastre Júnior, herdou da mãe o gosto pela leitura, mas ele viaja pelo mundo da Ciência.

“Incentivo muito o Ângelo. E felizmente ele corresponde. Seus últimos presentes de Natal e aniversário foi dinheiro convertido em livros. Comprou os três últimos volumes do Stephen Hawking que ele curte. Esses temas sobre ciência. A gente sempre conversa sobre essa coisa de gostar de ler. Como é fácil viajar sem gastar nada. Se aprofundar em temas. Assuntos. É fácil ser feliz”, finaliza

Conheça Jacqueline, a jornalista fisgada pelo amor com a ajuda de Gabriel Garcia Marquez

Por jucimara.pauda em 08/03/2017

“O Amor nos Tempos do Cólera” do escritor Gabriel Garcia Marquez marca a vida do casal Jaqueline e Lucas.
O livro narra a história de Florentino Ariza, o telegrafista que se apaixonou por Fermina Daza, mas o amor não se concretizou porque o pai dela, para afastá-la do pretendente a mandou em viagem. Após alguns meses, ela retorna, mas se casa com outro. Florentino tinha duas opções: esperar ou esquecer . Ele resolve esperar pelo grande amor.
A obra foi baseada na vida dos pais de Gabo.Gabriel Elígio Garciá,  telegrafista, violinista e poeta  caiu de amores por Luiza Márquez, mas o pai dela não queria o relacionamento e a mandou para longe. Mas, o apaixonado criou uma rede de comunicação que seguiu Luiza durante sua viagem de um ano pelo interior do país.
Foi com esta história de amor que Lucas conquistou de vez o amor de Jaqueline Pioli, 32 anos, jornalista. A adolescente acostumada a ler desde menina incentivada pelos pais caiu de amores pelo namorado, que como ela também era apaixonado pela literatura.
Do amor nasceu Laura que hoje está com oito meses e já virou amiga dos livros.
“Ela já demonstra gostar de livros. Adora brincar com o livrinho “Com os dedinhos no zoológico”

Uma história de amor marcada pela literatura. Não é só com flores e bombons que se conquista uma mulher. Hoje, você vai saber como o livro é um grande aliado do amor.

jaque

“O Amor nos Tempos do Cólera” do escritor Gabriel Garcia Marquez marca a vida do casal Jaqueline e Lucas. O livro narra a história de Florentino Ariza, o telegrafista que se apaixona por Fermina Daza, mas o amor não se concretiza porque o pai dela, para afastá-la do pretendente, a manda para uma viagem. Após alguns meses, ela retorna, mas se casa com outro. Florentino tinha duas opções: esperar ou esquecer . Ele resolve esperar pelo grande amor.

A obra foi baseada na vida dos pais de Gabo.Gabriel Elígio Garciá,  telegrafista, violinista e poeta que caiu de amores por Luiza Márquez, mas o pai dela não queria o relacionamento e a mandou para longe. Mas, o apaixonado criou uma rede de comunicação que seguiu Luiza durante sua viagem de um ano pelo interior do país.

Foi com esta história de amor que Lucas Pinheiro, pesquisador, conquistou de vez o amor de Jacqueline Pioli, jornalista. Acostumada a ler desde menina incentivada pelos pais, ela caiu de amores pelo namorado, que como ela, também era apaixonado pela literatura.

“É um livro especial pra mim porque foi o primeiro presente que eu ganhei do Lucas”, diz Jacqueline.

laura

Do amor nasceu Laura, que hoje está com nove meses e já virou amiga dos livros. “Ela já demonstra gostar de livros. Adora brincar com o livrinho “Com os dedinhos no zoológico”, conta a mãe orgulhosa.

Três histórias de amor: A do pai de Gabo por sua mãe Luiza, a de Florentino com Fermina, a de Lucas e Jacqueline e daqui alguns anos a de Laura. O que seria da vida sem o amor?

Conheça Aline, a menina que se tornou leitora pelas mãos do avô

Por jucimara.pauda em 06/03/2017

Aline Furtado não se lembra do primeiro livro que teve nas mãos, porque quando era criança a família a presenteava com muitas histórias. No entanto, uma pessoa marcou a sua vida de leitora, o avô Nélson Peixeiro.
“Eu me lembro de ganhar bastante livros quando criança, dos meus avós, da minha mãe, o que despertou meu interesse pela leitura. Mas a paixão toda que tenho pelos livros definitivamente vem do meu avô, ele era um devorador de livros. Adorava romances policiais. Dava gosto ver”.
Na infância, ela teve um livro companheiro, daqueles que a gente leva para todo o lugar e tem medo de perder ou sujar.
“Um que marcou minha infância foi “A princesa e a ervilha”, ganhei de presente e não desgrudava dele. Sem contar os quadrinhos da Turma da Mônica, que acho que fazem parte da vida da maioria dos leitores”, relembra.
Hoje, Aline tem a mesma paixão pelos livros que o avô tinha e procura ler todos os gêneros literários.
“Leio quase tudo. Se a premissa me chama atenção, eu leio, independente do gênero. Claro que tem aqueles que acabo lendo mais, como romance, drama e literatura fantástica”
Como boa leitora, ela adora indicar livros para todos aqueles que pedem sugestões.
“Sem dúvida, “O pequeno príncipe”, meu livro favorito da vida. Estou sempre relendo. Acho que é um livro que todos deveriam ler, independente da idade”.

aline

A família é muito importante na formação do ser humano. A palavra dos avós na vida de uma criança tem uma importância imensurável e pode marcar toda uma vida. A entrevista de hoje, no mês das mulheres, mostra como o exemplo do avô levou uma menina para o mundo da literatura.

A agente de turismo, Aline Furtado, não se lembra do primeiro livro que teve nas mãos, porque quando era criança a família a presenteava com muitas histórias. No entanto, uma pessoa marcou a sua vida de leitora, o avô Nélson Peixeiro.

“Eu me lembro de ganhar bastante livros quando criança, dos meus avós, da minha mãe, o que despertou meu interesse pela leitura. Mas a paixão toda que tenho pelos livros definitivamente vem do meu avô, ele era um devorador de livros. Adorava romances policiais. Dava gosto ver ele lendo”.

Na infância, ela teve um livro companheiro, daqueles que a gente leva para todo o lugar e tem medo de perder ou sujar.

aprincesa e a ervilha

“Ganhei de presente “A princesa e a ervilha” e não desgrudava dele. Sem contar os quadrinhos da Turma da Mônica, que acho que fazem parte da vida da maioria dos leitores”, relembra.

Hoje, Aline tem a mesma paixão pelos livros que o avô tinha e procura ler todos os gêneros literários.

“Se a premissa me chama a minha atenção, eu leio, independente do gênero. Claro que tem aqueles que acabo lendo mais, como romance, drama e literatura fantástica”.

Como boa leitora, ela adora indicar livros para todos aqueles que pedem sugestões.Tem uma obra que ocupa lugar de honra no coração de Aline.

“Sem dúvida, “O pequeno príncipe”, meu livro favorito da vida. Estou sempre relendo. Acho que é um livro que todos deveriam ler, independente da idade”.

Conheça Valéria, a professora que encanta os alunos com livros espalhados pela classe

Por jucimara.pauda em 04/03/2017

Os pais devem dar livros as crianças desde a mais tenra idade para que elas adquiram o gosto pela leitura.
Quem pensa assim é a professora Valéria Villas Boas que dá aulas para menores de quatro anos. Para aguçar a curiosidade dos pequenos ela deixa livros por toda a sala de aula.
“Eu deixo espalhado para que eles possam pegar. Em casa fazia a mesma coisa com os meus filhos. Não importa se vão rasgar, rabiscar ou folhear. Para gostar de ler é preciso primeiro pegar e depois conhecer o livro”, diz ela.
Ela explica que as crianças olham as figuras e quando incentivados pela professora até contam a história do livro com base nas figuras.
“eles mostram as figuras e pedem também para que eu conte a história. É uma maneira deles gostarem dos livros”.
Valeria diz que a escola também é muito importante para fazer o aluno a gostar de ler. Ela se recora que foi no colégio que ela iniciou as primeiras leituras.
“Eu li Pollyana e fiquei encantada com a menina que pensava sempre positivo, sem se importar com o que acontecia. Ela fazia o jogo do contente”.
Valéria mora em Cravinhos e trabalha em Santa Rosa de Viterbo. Mesmo com a vida corrida, ela arruma tempo para ler.
“Quando eu estou no ônibus eu leio, só não abro o livro quando vou em pe”, diz ela.
As últimas leituras foram Sherlock Holmes e ela também está lendo a saga Harry Potter, porque participa de um grupo de leitura promovido pela canal literário Livros sem frescura.
“Eu estou aodrando o clube porque é uma forma de encontrar pessoas que gostam de ler e conhecer outros pontos de vista sobre o livro porque cada um se apropria de uma visão do livro”.
Ela tem uma dica para as mães que querem incentivar seus filhos a lerem desde pequenos.
“Deixe ele pegar o livro e explorar da forma dele. Coloque em um lugar que ele possa pegar e ter contato. A criança vai adorar”, aconselha.

Hoje, venho trazer mais uma história emocionante. Em pauta a professora Valéria que deixa os alunos encantados com as histórias dos livros. Quer saber como? Antes, leia o recado que ela dá aos pais.

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“Os pais devem dar livros as crianças desde a mais tenra idade para que elas adquiram o gosto pela leitura”. Quem pensa assim é a professora Valéria Villas Boas que dá aulas para menores de quatro anos. Para aguçar a curiosidade dos pequenos, ela deixa livros por toda a sala de aula.

“Eu deixo espalhado para que eles possam pegar. Em casa fazia a mesma coisa com os meus filhos. Não importa se vão rasgar, rabiscar ou folhear. Para gostar de ler é preciso primeiro pegar, folhear, mexer no livro”, diz ela.

Ela explica que as crianças olham as figuras e quando são incentivadas pela professora até contam a história  com base nas imagens.

“Elas também pedem que eu conte a historinha. É assim que eles pegam intimidade com os livros. Esses são os primeiros passos”.

Valéria salienta que a  escola é muito importante para fazer o aluno a gostar de ler e se recorda que foi no colégio que ela iniciou as primeiras leituras.

“Eu li Pollyana e fiquei encantada com a menina que pensava sempre positivo, sem se importar com o que acontecia. Ela fazia o jogo do contente. Desde então, não parei mais de ler”.

Valéria mora em Cravinhos e trabalha em Santa Rosa de Viterbo. Mesmo com a vida corrida, ela arruma tempo para ler.”Quando eu estou no ônibus eu leio, só não abro o livro quando vou em pé”, diz ela.

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As últimas leituras foram Sherlock Holmes e o terceiro livro da saga Harry Potter. A professora participa da leitura conjunta da série  HP, promovida pelo canal literário Livros sem frescura. “Eu estou adorando o clube porque é uma forma de encontrar pessoas que gostam de ler e conhecer outros pontos de vista sobre o livro porque cada um se apropria de uma visão da obra”.

Conheça Cintia, uma devoradora de livros

Por jucimara.pauda em 03/03/2017

E o blog continua visitando as mulheres apaixonadas por literatura. Hoje, é a vez de Cintia Pereira Cesario  uma devoradora de livros. Você não acredita? Eu vou provar para você como ela é apaixonada por leitura.
Ela participa de clubes de leitura presencial e virtual, não falta a encontros para falar sobre livros e na hora de pedir um presente ela quer: LIVROS.
Tudo começou quando ela era bebê e o avô, João Cesário, mostrava a ela o jornal e dava ênfase as imagens. Ela olhava tudo com interesse e tentava agarrar a mão do avô que pacientemente explicava para o bebê o que eram aquelas imagens.
O bebê virou uma menina que aprendeu as primeiras letras e começou a ler histórias em quadrinhos e de faroete.
“As primeiras foram as revistinhas da Turma da Mônica. Ele (avô) comprava pockets de faroeste nas bancas e quando comecei a ler de verdade não parei mais. Foi ele quem me explicou o termo Pocket. Ele dizia que se cabem no bolso do paletó era pocket”.
Da época de leitura ao lado do avô, ela se recorda do livro “O castelo das vozes” que conta a história de cinco pessoas que passam a noite no antigo Castelo de Rockemburgh, o palco de uma terrível tragédia no passado. Acontecimentos inexplicáveis causam arrepios e proporcionam um final surpreendente.
João Cesário partiu quando Cíntia completou 11 anos, mas a semente já estava plantada e ela nunca mais parou de ler. Quando alguém pede a ela sugestões de leitura, Sidney Sheldon, criador de best-sellers, encabeça a lista
“Eu indico “Do outro lado da meia noite” porque foi um dos primeiros livros que li e escondido da minha mãe”, conta.
Hoje, Cintia compartilha o seu amor por literatura participando do grupo Devoradores de Livros, no facebook, e se reunindo uma vez por mês no Clube de Leitura da livraria Paraler.

cintiaE o blog continua visitando as mulheres apaixonadas por literatura. Hoje, é a vez de Cintia Pereira Cesario  uma devoradora de livros. Você não acredita? Eu vou provar para você como ela é apaixonada por leitura.

Ela participa de clubes de leitura presencial e virtual, não falta a encontros para falar sobre livros e na hora de pedir um presente ela quer: LIVROS.

Tudo começou quando ela era bebê e o avô, João Cesario, mostrava a ela o jornal e dava ênfase as imagens. Ela olhava tudo com interesse e tentava agarrar a mão do avô que pacientemente explicava para o bebê o que eram aquelas figuras.

O bebê virou uma menina que aprendeu as primeiras letras e começou a ler histórias em quadrinhos e de faroete, compradas nas bancas de revistas.

“As primeiras foram as revistinhas da Turma da Mônica. Ele (avô) comprava pockets de faroeste nas bancas e quando comecei a ler de verdade não parei mais. Foi ele quem me explicou o termo Pocket. Ele dizia que se cabem no bolso do paletó era pocket”.

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Da época de leitura ao lado do avô, ela se recorda do livro “O castelo das vozes” que conta a história de cinco pessoas que passam a noite no antigo Castelo de Rockemburgh, o palco de uma terrível tragédia no passado. Acontecimentos inexplicáveis causam arrepios e proporcionam um final surpreendente. Da paixão por suspense e terror, nasceu também o amor por livros de Stephen King, o mestre da literatura dark.

João Cesário partiu quando Cíntia completou 11 anos, mas a semente já estava plantada e ela nunca mais parou de ler. Quando alguém pede a ela sugestões de leitura, Sidney Sheldon, criador de best-sellers, encabeça a lista

“Eu indico “Do outro lado da meia noite” porque foi um dos primeiros livros que li e escondido da minha mãe”, conta.

Hoje, Cintia compartilha o seu amor por literatura participando do grupo Devoradores de Livros, no facebook, e se reunindo uma vez por mês no Clube de Leitura da livraria Paraler.