Arquivo da categoria ‘Destinos e Dicas’

Uruguai tem o carnaval mais longo do mundo

10/01/18

Carnaval Uruguai

Crédito: Leonardo Correa/Divulgação

O Uruguai tem o carnaval mais longo do mundo, come√ßa em finais de janeiro e continua at√© meados de mar√ßo. Durante aproximadamente 40 dias, milhares de pessoas v√£o as ruas ou casa de espet√°culos acompanhar as diversas atra√ß√Ķes, que se exibem em todo pa√≠s, e s√£o marcadas pela mistura das culturas africana e europeia.

Iniciado em Montevid√©u, √© uma das tradi√ß√Ķes mais antigas e populares da cultura uruguaia. O ponta p√© inicial √© dado todos os anos com o Desfile Inaugural na Avenida 18 de Julio, que esse ano acontece no dia 25 de janeiro. Todos os grupos que interv√™m no concurso oficial da capital participam acompanhados de carros aleg√≥ricos e cortejo de Rainhas do Carnaval.
Al√©m da apresenta√ß√£o na avenida 18 de Julio, existem os famosos desfiles de ‚ÄúLlamadas‚ÄĚ. Com forte influ√™ncia da cultura africana, sob o som do Candombe, esse ano ocorrer√£o nos dias 8 e 9 de fevereiro e passar√£o pelo bairro: Sur e Palermo, tamb√©m na capital uruguaia. A tradi√ß√£o evoca e lembra os encontros dos escravos, que se reuniam fora da cidade durante os s√©culos XVIII e XIX.

A força e o colorido do ritmo africano fazem os visitantes vibrarem, a manifestação caracteriza-se pelo diálogo de três tipos de tambores: chico, repique e piano. O comovedor espetáculo é o maior no mundo quando se trata de tambores sendo tocados ao mesmo tempo: são mais de 2500 instrumentos unissonantes, arrepiando a alma dos espectadores.

Al√©m de curtir e dan√ßar baixo o som dos tambores do Candombe, o visitante poder√° desfrutar da Murga, ritmo de origem espanhola que mistura teatro, par√≥dia, humor e melodia. O g√™nero √© uma das express√Ķes mais genu√≠nas da cultura uruguaia, principalmente por sua participa√ß√£o popular. Nas noites de fevereiro os conjuntos percorrem palcos de bairros ‚Äď tablados montados nas ruas durante o per√≠odo de carnaval, onde costumam se apresentar.

Por 35 dias, os grupos carnavalescos de Murgas, Parodistas, Humoristas e Revistas Musicais participam do Concurso Oficial do Carnaval, onde apresentam com humor e sátira a visão do país e do mundo, acompanhados de diversos arranjos corais, vestuários chamativos e maquiagens criativas. Além de Montevidéu, todas as cidades do interior do Uruguai têm seus desfiles inaugurais. Algumas cidades sofrem influência de outros países como Rivera, Artígas e Melo, localidades fronteiriças ao Brasil, que adotam diversos elementos do nosso carnaval.

Dica de passeio: Em Montevidéu pode-se visitar durante o ano todo o Museu do Carnaval. Ali está exposta a memória do carnaval e abriga parte da história nacional. Confira no site: http://museodelcarnaval.org/

Mais sobre o Candombe
As sociedades de Afrodescendentes e Lubolos ou Comparsas de Candombe s√£o herdeiras de uma tradi√ß√£o envolvida nas denominadas Salas de Naci√≥n da √©poca Colonial. Os africanos trazidos como escravos lograram transmitir os valores de sua rica cultura. Reconhecido como Patrim√īnio Imaterial da Humanidade, o Candombe seduz aos visitantes com o peculiar som de seus tr√™s tambores. No Desfile de Llamadas tocam em un√≠ssono, ao longo do percurso, 2.500 tambores que constituem a ess√™ncia da comparsa.

O ritmo do Candombe surge da denominada corda, grupo formado por tr√™s tipos de tambores: piano, repique e chico. √Č tocado batendo o couro com a m√£o aberta e com uma baqueta que pode bater tamb√©m na madeira, sempre pendurado ao ombro por uma correia permitindo que o instrumentista caminhe enquanto toca.¬†Diante da corda de tambores, cujo n√ļmero pode superar os setenta integrantes, seguem adiante com seus trajes t√≠picos o resto da comparsa (marcha). O desfile de ‚ÄúLlamadas‚ÄĚ leva seu nome de ‚Äúla llamada del tambor‚ÄĚ, que os afrodescendentes realizavam para se reunirem (em extramuros), longe das propriedades de seus senhores, desde finais do s√©culo XIX em alguns corti√ßos, em determinadas zonas de Montevid√©u.

A marcha de cada agrupação é aberta por um estandarte, simbolizando o emblema da Tribo ou Etnia. Depois aparece o corpo de dança e os personagens ancestrais. Personagens como: o Gramilleiro, bruxo da tribo, caracterizado por capa, chapéu, bengala, óculos e barba branca, e mala com ervas de propriedades curativas; a Mama Vieja, de roupa colorida, leque e sombrinha, dança lentamente chamando a atenção do Gramillero; a Escobero, que originalmente guiava os tambores durante o desfile com uma bengala, hoje dança com uma pequena vassoura, dando movimento e seguindo o ritmo dos tambores; e as Vedettes que somam sensualidade as danças, evocam rituais, dançando diante da corda.

Mais sobre a Murga
Embora se identifique com origem C√°diz, cidade situada no sul da Espanha, desde 1908, sofreu muitas transforma√ß√Ķes, a Murga uruguaia nas √ļltimas d√©cadas transformou-se culturalmente e vem acolhendo cada vez mais adeptos do mundo todo. As Murgas carregam uma amplitude de ritmos musicais, dentre eles a ‚Äúmarcha cami√≥n‚ÄĚ, que se identificam compassos de percuss√£o do bumbo e do prato. O vestu√°rio e maquiagem carregam heran√ßa de outras express√Ķes presentes na arte europeia.

Atualmente, a Murga uruguaia √© formada por 17 integrantes: um diretor de cena e coral, 13 coristas ou ‚Äúcuerda de voces‚ÄĚ, divididos segundo seu tom de voz e 3 integrantes formam a bateria, com pratos, bumbo e redobre. As apresenta√ß√Ķes percorrem palcos p√ļblicos e privados principalmente de Montevid√©u e interior do pa√≠s, levam √† cena letras com humor, s√°tira e cr√≠tica de temas atuais, normalmente relacionados a pol√≠tica e cr√≠ticas sociais.

O carnaval nasce dos bairros e a maioria tem uma Murga pela qual torcer, apoiar ou seguir, ora nos desfiles ora nos concursos oficiais, que tem j√ļri qualificador outorgando pr√™mios e men√ß√Ķes.¬†Os ensaios s√£o abertos ao p√ļblico, isso permite que fam√≠lias inteiras memorizem e entoem seus repert√≥rios.

 

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Patag√īnia chilena, conex√£o direta com a natureza

03/01/18

Patag√īnia

√Č bem verdade que n√≥s, brasileiros, adoramos destinos de compras. Miami, Orlando, Nova York est√£o sempre na nossa lista de desejos. Mas assim como h√° lugares para gastar muitos d√≥lares e estar conectado nas redes sociais quase que 24 horas por dia, h√° tamb√©m destinos cujo prop√≥sito √© exponencialmente o inverso. E n√£o √© preciso ir ao outro lado do mundo para simplesmente contemplar o que h√° de mais belo neste planeta: a natureza. Esse √© o convite que a Patag√īnia faz ao seu visitante. Esque√ßa as lojas de grife e o sinal de celular, porque a conex√£o ser√° inteiramente com lindas paisagens feitas de bosques, riachos e geleiras.

A Patag√īnia √© dividida entre Argentina e Chile, bem ao sul da Cordilheira dos Andes e da Am√©rica do Sul. Se na Argentina tem destinos conhecidos mundialmente como Ushuaia e a Terra do Fogo, na sua face norte, no Chile, √© onde se encontramos recantos ainda mais deslumbrantes e porque n√£o dizer m√≠ticos, como a Carretera Austral, estrada de 1,2 mil quil√īmetros que serpenteia a regi√£o, abrindo caminho entre as cidades de Puerto Montt e Villa O‚ÄôHiggins.

Patag√īnia

Carretera Austral, estrada que corta o sul do Chile

Apesar de parecer um tanto remota, chegar ao norte da Patag√īnia n√£o √© uma tarefa assim t√£o dif√≠cil. O aeroporto mais pr√≥ximo a Santiago fica na cidade de Balmaceda, conhecida como uma das mais frias do Chile. Mas uma boa not√≠cia, principalmente para quem n√£o se d√° muito bem com o frio, como eu, √© que, quanto mais nos embrenhamos pela regi√£o, mais ameno o clima, principalmente no ver√£o. Mas se voc√™ curte frio, ent√£o v√° no inverno. Vale lembrar que, por estar no sul da Am√©rica do Sul, √© imprescind√≠vel levar roupas de frio, mesmo na esta√ß√£o mais quente do ano, roupas imperme√°veis (por conta da chuva que sempre cai por l√°) e botas para caminhar na terra e no gelo.

Para explorar o norte da Patag√īnia √© preciso ter em mente duas op√ß√Ķes: Fa√ßa voc√™ mesmo ou se hospede em um hotel que d√™ todo o suporte. Se a escolha for pela primeira op√ß√£o, ser√° preciso alugar um carro desde Balmaceda e da√≠ ir vencendo as dist√Ęncias e conhecendo lugares por sua conta e risco. Imposs√≠vel n√£o √©, mas eu diria que a segunda escolha √© a mais confort√°vel. Afinal, n√£o estamos em um destino onde h√° facilidades como asfalto em todo o caminho, ou postos de combust√≠vel aqui e ali, e lembrando, o sinal de celular ora funciona, ora n√£o. Transporte p√ļblico? S√≥ nas pequenas cidades.

Escolhi me hospedar no¬†Loberias Del Sur, hotel na pequena cidade de Puerto o Chacabuco. S√£o pouco mais de 130 quil√īmetros de dist√Ęncia, percorridos em mais ou menos duas horas. O interessante dessa op√ß√£o √© o que o hotel oferece servi√ßo de transfer de e para o aeroporto de Balmaceda, e serve como base para todos os passeios. Falarei do hotel mais¬† adiante, mas, vale lembrar que, estar bem acomodado, com boa comida e vinhos chilenos, √© como um b√°lsamo depois de um dia inteiro explorando a regi√£o.

Patag√īnia

A pequena Coyhaique: cidade típica do interior e rodeada pela grandiosa natureza

Comecei minha imersão pela natureza de leve, e sugiro o mesmo a quem se interesse em visitar o destino. No caminho entre Balmaceda e Puerto o Chacabuco fica a charmosa Coyhaique. Do alto da estrada é possível vê-la, quase escondida no meio de pampas verdejantes. Típica cidade pequena, tem um centro onde praticamente tudo se resume, com feira de artesanato, bancos e comércio. Não é uma cidade turística, mas deve ser visitada, justamente por revelar como é a vida tão longe de um grande centro urbano e tendo como vizinha, a poderosa Mãe Natureza.

Conhecer a face norte da Patag√īnia significa se deslocar pelas estradas. Ent√£o, todos os passeios v√£o demandar uma boa parte do dia sobre quatro rodas. E quanto mais distante da base, mais incr√≠vel o lugar. Mesmo com muitas horas (as vezes 4 horas para chegar e outras 4 para voltar) o caminho nunca √© enfadonho. Monumentos naturais como o Cerro Castillo onde ficam as Rochas das M√£os (figuras feitas por nativos, que deixaram suas m√£os pintadas h√° pelo menos 15 mil anos) e o Rio Iba√Īez, que rasga um extenso vale, fazem parte do trajeto. Outra comodidade de estar com guias √© poder parar em um mirante, apreciar a vista tomando um bom chocolate quente, ou um caf√©, acompanhado de petiscos.

Patag√īnia

Cascata Barbas del Viejo, no Parque Aikén del Sur

Um dos passeios mais pr√≥ximos de Puerto o Chacabuco √© o Parque Aik√©n del Sur. A apenas 7 quil√īmetros de dist√Ęncia, a propriedade privada tem uma √°rea de 250 hectares e uma rica biodiversidade. O visitante pode escolher entre tr√™s trilhas, a mais extensa leva aproximadamente tr√™s horas e vai at√© uma parte alta do parque. Escolhi a intermedi√°ria, de duas horas, feita de trilhas suaves entre a mata. Me embrenhei pelo bosque h√ļmido e respirei muito ar puro, conhecendo a flora t√≠pica da regi√£o e, entre uma copa de √°rvore e outra, avistei p√°ssaros. O fim da trilha reserva a melhor parte do passeio, como uma ponte de madeira sobre um riacho com corredeiras e uma vista majestosa da Cascata Barbas del Viejo. Me deixei molhar um pouco pelo vapor formado pela queda d‚Äô√°gua. E depois de gastar muitas calorias, o passeio termina com um almo√ßo regado a pisco sour, vinho e um delicioso cordeiro patag√īnico assado no fogo de ch√£o.

Outra reserva que n√£o deve ficar fora do roteiro √© o Parque Nacional Queulat. A aproximadamente 175 quil√īmetros desde Puerto o Chacabuco, o parque exp√Ķe cruamente como o homem est√° mudando a paisagem da Terra. V√≠tima do aquecimento global, a colossal geleira de Queulat, presa no alto de uma montanha, se desfaz lentamente sobre um lago. O parque oferece navega√ß√£o pelo lago quando as condi√ß√Ķes clim√°ticas permitem. No passeio √© poss√≠vel ver de perto a geleira. Para quem n√£o quer se arriscar nas √°guas geladas, o roteiro segue pela mata, onde √© poss√≠vel apreciar a beleza da fauna e flora. H√° um √°rea para alimenta√ß√£o. Quem vai por conta deve levar comida, quem contratou o passeio, os guias preparam almo√ßo em uma especie de tenda, o que √© uma facilidade. E a comida ainda vem com pisco e vinho.

Patag√īnia

Parque Nacional Queulat

Um dos passeios mais cansativos, mas que vale cada quil√īmetro rodado (s√£o 600 no total, desde¬† Puerto o Chacabuco), √© o do Lago General Carrera (no lado argentino recebe o nome General San Martin. E √© neste, que √© o maior lago do Chile, que ficam as mais belas obras de arte esculpidas pela natureza: as Catedrais de M√°rmore. S√£o forma√ß√Ķes rochosas que h√° mil√™nios est√£o em processo de escava√ß√£o pelas √°guas. Ao cortar o m√°rmore, a √°gua abre galerias, que de t√£o amplas, podem ser visitadas em botes. O passeio dura cerca de duas horas e os barcos s√≥ saem se as condi√ß√Ķes clim√°ticas permitem. Ao final, almo√ßo com mais pisco e vinho.

Patag√īnia

Catedrais de M√°rmore, no Lago General Carrera

Depois de rodar muito pelas estradas, que tal conhecer a regi√£o singrando as g√©lidas √°guas do sul do Chile? De Puerto o Chacabuco parte o catamar√£ Chait√©n, que leva os turistas em uma longa viagem at√© a Laguna San Rafael. S√£o quatro horas navegando com todo conforto e refei√ß√Ķes e bebidas inclu√≠das. Apesar da dist√Ęncia, a lagoa √© dona de um dos monumentos mais impressionantes do mundo, a Geleira San Rafael.

Patag√īnia

Bote do catamarã Chaitén leva turistas próximo da Geleira San Rafael

O glacial √© uma massa de gelo em um √°rea de 700 quil√īmetros quadrados de extens√£o, 70 metros de altura e 200 de profundidade. O catamar√£ Chait√©n para pr√≥ximo ao pared√£o congelado e oferece passeios mais pr√≥ximos, realizados em pequenos botes, de onde se observa com seguran√ßa o desprendimento de gigantescos blocos. Al√©m da impressionante vista, no caminho, peda√ßos gigantescos de gelo transl√ļcidos flutuam pela lagoa e ganham tons azulados, conforme s√£o iluminados pelo sol. Na volta para Puerto o Chacabuco, as quatro horas passam r√°pido para quem gosta de divers√£o. A tripula√ß√£o convida os passageiros a soltar a voz em um divertido karaok√™ e open bar. Quem prefere descansar, pode ficar no primeiro andar do barco, apreciar a vista ou dormir.

Patag√īnia

Peda√ßos de gelo transl√ļcido que flutuam pelas √°guas da Laguna San Rafael

Hospedagem

Patag√īnia

Vista do hotel Loberias del Sur

Al√©m de oferecer toda estrutura para os passeios pelo norte da Patag√īnia, o Loberias Del Sur (www.loberiasdelsur.cl) √© a base mais confort√°vel na regi√£o. Localizado em Puerto o Chacabuco, o hotel quatro estrelas disp√Ķe de apartamentos confort√°veis, academia, loja de roupas e suvenires, sauna, piscina e restaurante com menu assinado por um chef. Um ponto favor√°vel √© que, mesmo quando o passeio termina tarde da noite, o hotel estende o jantar, para que o h√≥spede n√£o fique sem refei√ß√£o. E se o passeio sai muito cedo, como para a Laguna San Rafael (√†s 7h), o Loberias abre o restaurante mais cedo ou ainda oferece um caf√© r√°pido no lobby. Outra comodidade √© o transfer de e para o aeroporto de Balmaceda. Basta o h√≥spede informar o hor√°rio do voo e o hotel providencia o transporte no momento mais adequado.

 

Leia meus posts sobre o Chile

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Patag√īnia

Eduardo Gregori na Laguna San Rafael

Dez lugares para ver neve na Gr√£-Bretanha

28/12/17

Gr√£-Bretanha

Houve um tempo em que o inverno era t√£o intenso na Gr√£-Bretanha que at√© o rio T√Ęmisa ficava congelado. Mas nas √ļltimas d√©cadas a temperatura ficou mais amena e a neve passou a ser ansiosamente aguardada por muitos.

Conheça 10 lugares da Grã-Bretanha que ficam deslumbrantes quando os flocos de neve começam a cair.

ESC√ďCIA

1. Glencoe, Highlands

Gr√£-Bretanha

Você talvez reconheça esta paisagem de um dos filmes de James Bond, Operação Skyfall. Este é provavelmente um dos pontos turísticos mais famosos das Terras Altas. E não é só a beleza que atrai os visitantes até o vale de Glencoe Рa região foi palco de um dos maiores massacres da história do país, em 1692. Durante o inverno o vale fica especialmente belo Рparece até uma pintura!

2. Ben Nevis, Highlands

Gr√£-Bretanha

Ben Nevis √© a montanha mais alta do Reino Unido e sempre fica coberta de neve no inverno, entre dezembro e fevereiro. Se voc√™ contratar uma excurs√£o pelas Highlands, certamente passar√° por aqui. Aqui fica uma das esta√ß√Ķes de esqui mais famosas do pa√≠s, inclusive com sistema de telef√©rico (Mountain Gondola).

3. Cairngorms, Highlands

Gr√£-Bretanha

Al√©m de uma bela paisagem, a cordilheira Cairngorm nas Terras Altas conta com o resort de esqui mais bem equipado da Esc√≥cia. Al√©m da esta√ß√£o Cairngorm, a cordilheira conta com outras duas, The Lecht e a esta√ß√£o Glenshee. O ac√ļmulo de neve costuma ser mais que suficiente para manter as esta√ß√Ķes funcionando no inverno, mas caso voc√™ n√£o goste de esquiar, poder√° apreciar as montanhas vistas da estrada, no caminho entre Inverness e Edimburgo.

4. Rannoch Moor, Highlands

Nas estradas cênicas das Terras Altas há sempre uma paisagem bonita o suficiente para fazer você descer do carro, mesmo que esteja um frio congelante do lado de fora. Rannoch Moor é um destes lugares, aliás, belo em qualquer época do ano. A incidência de neve por aqui é comum, deixando tudo branquinho, branquinho.

INGLATERRA

5. Londres

Gr√£-Bretanha

Londres pode até não ter uma paisagem nevada selvagem, mas há algo de especial em ver a cidade se transformar quando a neve cai. Tudo fica mais calmo e silencioso, e aos poucos as pessoas entram no clima e começam a deixar rastros de bonecos de neve no caminho para o trabalho. Os melhores se concentram nos parques da cidade Рdos mais centrais, como St James Park, aos mais afastados, como Hampstead Heath e Richmond Park.

6. Parque Nacional Lake District

Gr√£-Bretanha

O Distrito dos Lagos em Cumbria é sempre uma boa opção para quem gosta de caminhar e admirar belas paisagens. Quando cai, a neve vem em pouca quantidade por aqui, mas não se deixe enganar pelo céu limpo e dias ensolarados: de uma hora para outra as temperaturas podem cair drasticamente. Esteja preparado e aproveite.

7. Box Hill, Surrey

Gr√£-Bretanha

Tren√≥s e tobog√£s s√£o itens obrigat√≥rios para quem visita Box Hill, uma sequ√™ncia de colinas que se estende de Farnham at√© as famosas White Cliffs de Dover. Como a regi√£o costuma ter ac√ļmulos de neve, guerras de bolinhas s√£o inevit√°veis! Fica o aviso ūüôā Se quiser fazer um passeio com vistas das North Downs, siga as winter walks sugeridas pela National Trust.

8. Oxford & Cambridge

Gr√£-Bretanha

Poucas coisas s√£o t√£o belas quanto as constru√ß√Ķes hist√≥ricas de Oxford e Cambridge cobertas de neve.

PA√ćS DE GALES

9. Parque Nacional Brecon Beacons

Gr√£-Bretanha

Uma das regi√Ķes mais belas do Pa√≠s de Gales, Brecon Beacons est√° a curta dist√Ęncia da capital, Cardiff. Se estiver de carro ou em excurs√£o poder√° fazer um √≥timo proveito deste parque nacional, que √© cercado por vilarejos ador√°veis. Aproveite e d√™ um pulinho na destilaria Penderyn, famosa por seu puro malte produzido com as √°guas da montanha.

10. Parque Nacional Snowdonia

Gr√£-Bretanha

Em ingl√™s arcaico ‘Snowdon’ significa colina de neve, ent√£o j√° √© de se esperar que a segunda montanha mais alta do Reino Unido fique branquinha durante o inverno. E o visual de todo o Parque Nacional do norte de Gales √© realmente deslubrante: a paisagem de Snowdonia √© marcada pelos picos encrespados e atmosfera selvagem, que fica simplesmente fascinante durante o inverno. Se quiser saber mais sobre Snowdonia e o norte do Pa√≠s de Gales

Cuidados b√°sicos
Condi√ß√Ķes clim√°ticas s√£o sempre imprevis√≠veis e devem ser tratadas com cautela. Antes de aventurar-se em campo aberto ou subindo as montanhas, certifique-se de tomar alguns cuidados b√°sicos:

РAntes de sair, consulte sempre a central de meteorologia do Reino Unido, Met Office. O aplicativo para celular fornece detalhes importantes, como sensação térmica.

РVista-se apropriadamente para baixas temperaturas, com roupas resistentes à umidade e ao vento;

РNão recomendamos a escalada de montanhas ou prática de esqui sem a presença de um guia local;

– Consulte sempre os sites oficiais das atra√ß√Ķes e regi√Ķes antes.

Fonte: Visit Britain

Leia meus posts sobre o Reino Unido

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N√ļmero de turistas brasileiros na Alemanha cresce em rela√ß√£o a 2016

21/12/17

Alemanha

Dados divulgados pelo DZT ‚Äď Centro de Turismo Alem√£o, o pa√≠s europeu voltou a apresentar novo aumento no fluxo de turistas brasileiros. Entre janeiro e setembro, o crescimento foi de 16,3% comparado ao mesmo per√≠odo de 2016, o que representa 587 mil pernoites de brasileiros em solo germ√Ęnico. S√≥ em setembro, e a t√≠tulo de exemplo, o acr√©scimo foi de 18,8%.

De acordo com a diretora do DZT para o Brasil, Margaret Grantham, a capital alemã, Berlim, é a mais visitada por turistas brasileiros, tendo registrado crescimento de 14,3 % (181.940 pernoites) de janeiro a setembro de 2017 em relação ao mesmo período do ano anterior. Já Munique, capital da Baviera, recebeu, entre janeiro e setembro deste ano, 38.224 brasileiros, soma equivalente a um aumento de 21,3% em relação ao mesmo período de 2016. No total, foram 101.832 pernoites (+25,5%) com permanência média de 2,7 noites.

Gastronomia: muito além da salsicha e do chucrute

Em 2018, a Alemanha convida os turistas a sentar-se à mesa e conhecer a rica e variada culinária alemã, que vai muito além dos previsíveis chucrute e salsicha e atinge, com excelência e requinte, o patamar gourmet com padrão Michelin Рhoje, o país contabiliza 292 restaurantes estrelados. Em sintonia com o tema adotado para o próximo ano, a hashtag #EnjoyGermanFood será utilizada para realçar a gastronomia alemã nas redes sociais.

Ainda em 2018, um influenciador de renome internacional ir√° percorrer os 16 Estados alem√£es. Em cada lugar, ele se encontrar√° com o respons√°vel pelo marketing da regi√£o e, juntos, ir√£o √† feira comprar ingredientes para preparar pratos t√≠picos locais. O filme ‚ÄúFollow the Taste‚ÄĚ (Siga o Sabor, em tradu√ß√£o livre) ser√° criado a partir de v√≠deos de 1 minuto e meio, os quais exibir√£o n√£o apenas as receitas, mas, tamb√©m, a hist√≥ria de cada Estado, das receitas e dos ingredientes.

No Brasil, um renomado chef ir√° fazer uma dessas 16 receitas durante um Cook Show, que ser√° realizado na regi√£o Sul ainda no primeiro semestre de 2018. O p√ļblico do evento ser√° selecionado a partir de um concurso que ser√° realizado nas m√≠dias sociais.

No segundo semestre, o DZT lan√ßar√° algumas rotas gastron√īmicas in√©ditas pela Alemanha. Baseada em experi√™ncias inovadoras, a culin√°ria alem√£ ser√° apresentada de forma l√ļdica e substituir√° o tradicional road show Destino Alemanha.

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Programa eu Por Aí visita o Cajón del Maipo, no Chile

21/12/17

Em dezembro estive no Chile e visitei a região do Cajón del Maipo, destino pertinho de Santiago e ainda pouco conhecido dos brasileiros. Neste programa mostro um pouco das paisagens deste deslumbrante lugar. Assista ao vídeo.

Leia meus posts sobre Santiago e outros destinos no Chile

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Lisboa é eleita o Melhor Destino Mundial de estadia curta

20/12/17

Lisboa

Mais um bom motivo para visitar Lisboa. A cidade recebeu pela primeira vez o prêmio de Melhor Destino para City Break (curta estadia) do Mundo dos World Travel Awards 2017.

Esta distin√ß√£o √© atribu√≠da √† capital portuguesa pela sua atratividade e oferta de excel√™ncia no que diz respeito a estadias de curta dura√ß√£o e resultado de uma vota√ß√£o on-line, na qual participaram o p√ļblico e profissionais de Turismo e Viagens.

‚ÄúO reconhecimento de Lisboa como o Melhor Destino Mundial para City Break √© fruto do crescente prest√≠gio da cidade e do investimento na requalifica√ß√£o do patrim√īnio, na disponibiliza√ß√£o de novos equipamentos e do enriquecimento da oferta cultural e gastron√īmica, que beneficiam quem visita a capital portuguesa e nela trabalha ou vive‚ÄĚ, diz Fernando Medina, presidente da C√Ęmara Municipal de Lisboa. Para ele, ‚Äúo trabalho desenvolvido na promo√ß√£o tur√≠stica de Lisboa contribui ainda para uma maior notoriedade e reputa√ß√£o do Pa√≠s mundialmente.‚ÄĚ
Com a atribuição deste honroso prêmio, Lisboa eleva os níveis mundiais de excelência no setor e estabelece os níveis de qualidade a que outras cidades devem aspirar, à semelhança do que já tinha feito na Europa.

Leia meus posts sobre Lisboa e outros destinos em Portugal

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Programa eu Por Aí visita Pamplona, no nordeste da Espanha

07/12/17

Em novembro estive na Espanha e visitei Pamplona,  no nordeste do país. A cidade que conquistou o escritor norte-americano Ernest Hemingway pelas festas de San Fermín e suas corridas de touros, tem muito outras belezas a mostrar ao seu visitante.

Confira

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Saiba como viajar com seu animal de estimação

05/12/17

animal de estimação

Para quem vai sair de férias e quer levar seu animalzinho de estimação é importante planejar cuidadosamente o transporte. As regras variam para viagens nacionais e internacionais. No caso das internacionais, as normas mudam também de país para país.

Os animais podem ser respons√°veis pela transmiss√£o de doen√ßas que afetam at√© mesmo os humanos e podem transportar, tamb√©m, parasitas eventualmente presentes em determinado pa√≠s e causar danos em outra realidade sanit√°ria. “H√° uma preocupa√ß√£o muito grande com a sa√ļde da popula√ß√£o e dos animais, tanto a brasileira, quanto a dos pa√≠ses de destino dessas viagens”, explica o auditor fiscal federal agropecu√°rio Oscar Rosa, que atua no posto Vigil√Ęncia Agropecu√°ria Internacional (Vigiagro) do Aeroporto de Bras√≠lia.

Para as viagens nacionais, basta o atestado sanit√°rio, emitido pelo veterin√°rio do animal garantindo o bom estado de sa√ļde e a carteira de vacina√ß√£o antirr√°bica atualizada. As companhias a√©reas fazem exig√™ncias espec√≠ficas sobre o tamanho e material utilizado na caixa de transporte do animal.

Quando a viagem é para o exterior as exigências são maiores e determinadas pelas autoridades dos países de destino.

Os pa√≠ses que comp√Ķem o Mercosul admitem o tr√Ęnsito de animais com o Passaporte para C√£es e Gatos. O documento √© expedido pelo Minist√©rio da Agricultura, Pecu√°ria e Abastecimento (Mapa), deve estar devidamente atualizado e legalizado pelo auditor fiscal federal agropecu√°rio m√©dico veterin√°rio e precisa conter todos os dados do animal, bem como das vacinas aplicadas. √Č necess√°rio que o animal tenha um microchip de identifica√ß√£o. Para saber todos os detalhes para obten√ß√£o do passaporte, clique aqui. O documento √© v√°lido apenas para c√£es e gatos.

Para os pa√≠ses que comp√Ķem a Uni√£o Europeia o dono vai precisar implantar o microchip e, em seguida, vacinar o animal contra raiva. Trinta dias depois da vacina√ß√£o, deve procurar um veterin√°rio e solicitar um exame de sorologia a ser enviado para o √ļnico laborat√≥rio credenciado a fazer esse tipo de exame no Brasil, que fica em S√£o Paulo. Passados 90 dias da coleta do sangue para a sorologia o dono deve procurar um dos postos do Vigiagro com o laudo da sorologia, atestado sanit√°rio e carteira de vacina√ß√£o atualizada, e solicitar a emiss√£o do Certificado Veterin√°rio Internacional (CVI). “O processo todo pode levar at√© 120 dias. √Č indispens√°vel que os propriet√°rios se organizem com anteced√™ncia para a viagem”, ressalta Rosa.

O Japão é outro exemplo de país que exige a sorologia para emissão do CVI. Nesse caso, o prazo mínimo é de 180 dias entre a sorologia e a entrada do animal em território japonês. Além disso, é necessário comunicar as autoridades sanitárias locais com 40 dias de antecedência da viagem.

Para pa√≠ses como Estados Unidos e Canad√° basta levar o atestado sanit√°rio sobre o bom estado de sa√ļde do animal e os comprovantes de vacina√ß√£o antirr√°bica at√© o posto da Vigil√Ęncia Agropecu√°ria Internacional para emiss√£o do CVI. “Mas ainda assim √© importante se organizar com anteced√™ncia para realizar a viagem. Recomendamos, ao menos, cinco dias antes da viagem para evitar qualquer contratempo”, acrescenta o auditor fiscal federal agropecu√°rio.

Para que o animal retorne ao Brasil, √© necess√°rio um CVI emitido pelo pa√≠s de proced√™ncia, comprovando a vacina√ß√£o antirr√°bica e o tratamento contra parasitas. “Recomenda-se procurar a autoridade sanit√°ria do pa√≠s de proced√™ncia tamb√©m com anteced√™ncia e, de posse da documenta√ß√£o necess√°ria como cart√Ķes de vacina e atestado sanit√°rio do animal, solicitar a emiss√£o do certificado”, informa Rosa.

Se o bichinho de estima√ß√£o for outro, para sair e regressar ao Brasil, √© necess√°rio entrar em contato com o Setor de Sa√ļde Animal da Superintend√™ncia Federal de Agricultura do seu Estado, pois os procedimentos s√£o espec√≠ficos para cada esp√©cie de animal e destino da viagem.

Para mais informa√ß√Ķes acesse o site do Mapa aqui, ou procure o posto de Vigiagro mais perto.

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Destinos Nacionais Lideram Procura Por Passagens Aéreas Na Black Friday

01/12/17

S√£o Paulo foi o destino mais procurado durante a Black Friday

Na √ļltima sexta-feira, dia 24/11, aconteceu a Black Friday, maior promo√ß√£o anual do com√©rcio varejista, tradicionalmente comemorada na quarta sexta-feira de novembro. a ferramenta de viagens Kayak fez um levantamento, com base nos dados de pesquisa na plataforma, e revela quais foram os 10 destinos mais procurados este ano e como o pre√ßo m√©dio de passagens para estes destinos oscilou durante a data.

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Entre os destinos brasileiros ficaram no top 3:

‚ąö ‚Äď S√£o Paulo + 7 %
‚ąö ‚Äď Rio de Janeiro + 5 %
‚ąö ‚Äď Salvador + 13 %

Leia o texto na íntegra

Jujuy: uma obra de arte no norte da Argentina

29/11/17

Jujuy

As montanhas coloridas de Jujuy

Apesar de ser um destino ainda pouco conhecido, um pedacinho diferente de tudo o que se conhece da Argentina tem chamado a aten√ß√£o de turistas de todos os lugares do mundo, por unir belezas naturais inacredit√°veis a uma riqueza cultural inquestion√°vel. Jujuy, localizada ao norte do pa√≠s ‚Äď a cerca de 1.400 quil√īmetros da capital, Buenos Aires -, √© de encher os olhos.

A regi√£o, que faz fronteira com Chile e Bol√≠via, oferece uma experi√™ncia sublime ao apresentar tradi√ß√Ķes andinas e uma cultura √ļnica em meio a cen√°rios inesquec√≠veis, compostos por montanhas multicoloridas cortadas por rios cristalinos, bem perto de um deserto de sal. √Č para este destino que a Visual Turismo oferece diferentes roteiros.

San Salvador de Jujuy √© a capital e, portanto, o centro econ√īmico e cultural da regi√£o e onde se tem os primeiros contatos com a cultura local, marcada pela influ√™ncia de diversas etnias ind√≠genas e que pode ser notada desde a m√ļsica at√© a gastronomia, que privilegia ingredientes da terra como milho, batatas e quinoa, entre outros.

Mas, saindo da capital √© que se encontram as mais belas ‚Äď e estonteantes – paisagens que a prov√≠ncia tem a oferecer. As montanhas multicoloridas come√ßam a aparecer no caminho at√© Purmamarca, povoado cercado pelo majestosa Cerro de Los Siete Colores, que, como diz o nome, em diversos pontos √© pintada por amarelo, laranja, vermelho, verde, marrom, lil√°s e violeta, o que mostra um pouco da hist√≥ria da forma√ß√£o geol√≥gica do lugar.
Leia o texto na íntegra