A Pepsi vai usar o rosto de Bolsonaro em suas latas?

Por Edmo Bernardes em 12/12/2017


Boato que corre na internet desde a última semana é falso, assim como a informação de que a Coca-Cola teria apresentado prejuízos após a campanha

Uma série de blogs e páginas nas redes sociais difundiram no decorrer da última semana a “informação” de que a Pepsi estamparia o rosto do deputado federal e presidenciável Jair Bolsonaro em suas latinhas (veja montagem acima).

A ação seria uma resposta à Coca-Cola, que anunciou recentemente a impressão de rostos de artistas brasileiros em suas embalagens, entre eles, a cantora Pabblo Vittar, como parte de uma campanha de fim de ano.

No entanto, a informação que corre na internet é falsa, assim como outras que derivaram dela. Um dos portais chegou a veicular que a Coca-Cola teria demitido 3.500 funcionários no país após um prejuízo bilionário.

A Coca-Cola, de fato, irá lançar nos últimos dias de dezembro uma campanha publicitária com o rosto de nove artistas brasileiros, entre eles, Pabllo Vittar, Luan Santana e Ludmilla. Três dos nomes serão escolhidos pelo público para gravar um videoclipe e realizar um show
Por Exame

Gusttavo Lima reclama de coxinha a 9 reais e marca responde

Por Edmo Bernardes em 12/12/2017

Gusttavo Lima, um dos sertanejos mais famosos atualmente, roda boa parte do Brasil com shows que arrastam milhares de pessoas.

Acostumado com a rotina em aeroportos, o preço de 9 reais cobrado por uma coxinha em Guarulhos surpreendeu tanto o artista que ele resolveu fazer um vídeo em seu Instagram oficial para comentar sobre os valores praticados pela marca 365.

Em poucos segundos, o cantor fala para seus seguidores: “Olha o preço dessa coxinha, não tem base não. Eu não dou conta! Aí eu quebro!”.  javascript:;

Além do vídeo de “denúncia”, Gusttavo também pediu que quem gostasse de suas músicas se posicionasse a respeito. “Diga não a coxinha de 9 Reais… Ta faltando bom senso!!! #ProntoFalei”, disse.

Exposta, a empresa afirmou: “Em primeiro lugar, estamos sempre atentos aos feedbacks dos nossos clientes, que são fundamentais para oferecermos um serviço de excelência. O valor cobrado pela coxinha, no caso R$ 9, não é diferente dos praticados fora do aeroporto, onde em uma pesquisa rápida encontramos coxinhas variando de R$ 8 a R$ 10,90 em lojas de rede, como a nossa – que com certeza têm custos de mão-de-obra inferiores aos nossos”.

Além disso, a rede disse que irá fazer uma promoção até o final de dezembro que dará coxinha em dobro em todas as suas unidades.
Por Exame

O comercial mais sensual que você verá neste Natal

Por Edmo Bernardes em 11/12/2017

Famílias felizes, mesa farta, presentes e um clima único marcam as campanhas de Natal, algumas delas com uma carga de emoção interessante e outras com fórmulas já esgotadas para o público.

Esqueça tudo isso no vídeo que você verá abaixo.

A loja londrina de lingeries Coco De Mer resolveu fazer um comercial bastante erotizado e divertido para promover seus produtos neste período natalino. O clipe conta com uma espécie de paródia da tradicional canção “12 Days of Christmas” e teve a participação do renomado fotógrafo Rankin. Confira: https://youtu.be/LqbjL2DzeJ8

Por Adnews

Rede francesa de cafeterias expõe frase ofensiva contra brasileiros em seus copos

Por Edmo Bernardes em 11/12/2017


Rede Bagelstein utiliza deste humor duvidoso para causar polêmica a ganhar visibilidade.

A mineira Sinara Beguin, de 37 anos, comprou um café pra viagem, em Lille, no norte da França. Quando chegou em casa, reunida com a família à mesa, leu, estupefata, a seguinte frase, impressa no copo descartável: “Não dê ouvidos ao Bernard, não há apenas favelas, drogas e prostitutas no Brasil, há também um café muito bom”.

Sinara, que mora em Paris, estava visitando seus enteados em Lille, com seu marido, cunhada e filho de 7 anos, quando sentiu o gosto amargo do café da Bagelstein, rede francesa que estampa em sua página no Facebook: “ Eu sou responsável por aquilo que eu te digo, mas eu não sou responsável pelo que você entende”, assinada por Gab Bagelstein.

Sinara contou à RFI que ficou muito constrangida quando o seu marido, ao ver a palavra Brasil, começou a ler em voz alta, mas, ao perceber do que se tratava, logo parou a leitura. Seu filho, de 7 anos, que já sabe ler, chegou a ler a primeira frase e depois os pais tiveram de explicar a ele do que se tratava.

“Mamãe, o que foi?”, ele perguntou, ao perceber o constrangimento da mãe. “Ele começou a ler por conta própria e a gente tirou o copo. Daí, claro, queria saber o que estava escrito. Perguntava: “O que falou Bernard?”, conta a brasileira, que é casada com um belga e vive na França há 11 anos.

Fundada pelos franceses Thierry Veil et Gilles Abecassis, a Bagelstein abriu a sua primeira loja em Estrasburgo, também no norte da França, em janeiro de 2011. Hoje a rede conta com mais de 75 franquias na França, em Luxemburgo, Alemanha, Suíça e Bélgica.

Por G1

Os 10 comerciais mais vistos do YouTube em 2017

Por Edmo Bernardes em 07/12/2017

(Foto) Campanha da Dior: um dos comerciais mais vistos no YouTube em 2017 (Dior/Divulgação)

O YouTube divulgou o 2017 YouTube Ads Leaderboard, o ranking das campanhas publicitária mais vistas na plataforma mundial.

O top 10 traz comerciais de marcas de peso como Apple, Samsung, Dior, Budweiser, Adidas e Kia.

O primeiro lugar não é americano. A campanha da Samsung é indiana e superou os 150 milhões de visualizações.

O ranking conta a audiência orgânica dos comerciais, tendo mais peso que as visualizações de inserções pagas. A retenção da audiência também é levada em conta.

Confira:

1. Samsung https://youtu.be/779KwjAYTeQ

Campanha: We’ll take care of you, wherever you are. #SamsungService

Audiência: 150,3 milhões

2. Clash Royale https://youtu.be/TJryIc0Cwy4

Campanha: Clash Royale: The Last Second (Official Commercial)

Audiência: 110,7 milhões

3. Dude Perfect/Oreo https://youtu.be/UeG1ftTmLAg

Campanha: Ping Pong Trick Shots 3

Audiência: 90,6 milhões

4. Dior https://youtu.be/h4s0llOpKrU

Campanha: Miss Dior – The new Eau de Parfum

Audiência: 43 milhões

5. Budweiser https://youtu.be/HtBZvl7dIu4

Campanha: Budweiser 2017 Super Bowl Commercial | “Born The Hard Way”

Audiência: 28,5 milhões

6. Kia https://youtu.be/1dQ9a5EFZeI

Campanha: 2017 Kia Niro | “Hero’s Journey” Starring Melissa McCarthy

Audiência: 25,9 milhões

7. Adidas https://youtu.be/cv53BKMYsy0

Campanha: adidas Originals | ORIGINAL is never finished

Audiência: 25,4 milhões

8. Apple https://youtu.be/ufBLI6bB9sg

Campanha: iPhone 7 — The Rock x Siri Dominate the Day — Apple

Audiência: 25,3 milhões

9. Levi’s https://youtu.be/ZgcgFP9nGqY

Campanha: Levi’s “Circles” Commercial l Full

Audiência: 22,3 milhões

10. Mr. Clean https://youtu.be/GDzMxlw2Fgo

Campanha: Mr. Clean | 2017 Super Bowl Ad | Cleaner of Your Dreams

Audiência: 17.6 milhões

 

As 10 marcas brasileiras mais valiosas em 2017

Por Edmo Bernardes em 06/12/2017

Ranking da Interbrand mostra marcas nacionais com maior valor em 2017

Itaú e Bradesco ficaram no topo da lista como as marcas mais valiosas. Esta última teve o maior crescimento em um ano dentro do top 10 (18%), mas no top 25 perde para a Magazine Luiza, que cresceu 30% (está na posição 21).

A lista é dominada por marcas de cerveja e instituições financeiras. Um dos “outsiders” é a Petrobras.

Esta, aliás, teve a maior queda em valor dentro do topo 10: -12% em relação a 2016. No top 25, marcas como BTG Pactual e Extra também viram seu valor de marca cair.

Somadas as marcas, o top 25 brasileiro em 2017 apresenta R$ 116,7 bilhões em valor, 6,4% mais que no ano passado. Divulgue também sua marca: Aprenda a fazer propaganda de branding com os links contextuais da WorldSense. Patrocinado

Confira o top 10:

1. Itaú

Valor de marca: R$ 28,19 bi

Variação 2016/2017: +6%

2. Bradesco

Valor de marca: R$ 22,1 bi

Variação 2016/2017: +18%

3. Skol

Valor de marca: R$ 16,04 bi

Variação 2016/2017: +8%

4. Brahma

Valor de marca: R$ 11,2 bi

Variação 2016/2017: +5%

5. Banco do Brasil

Valor de marca: R$ 10,32 bi

Variação 2016/2017: +3%

6. Natura

Valor de marca: R$ 7,14 bi

Variação 2016/2017: +3%

7. Antarctica

Valor de marca: R$ 4,09 bi

Variação 2016/2017: +3%

8. Petrobras

Valor de marca: R$ 3,03 bi

Variação 2016/2017: -12%

9. Vivo

Valor de marca: R$ 2,35 bi

Variação 2016/2017: -3%

10. Cielo

Valor de marca: R$ 1,74 bi

Variação 2016/2017: -5%
Por Exame

No Brasil pelo menos 72% das crianças de 10 a 12 anos têm celular próprio

Por Edmo Bernardes em 05/12/2017

Outros 28% não têm, mas usam o dos pais. A bicicleta não é mais o presente mais desejado: agora é o celular. Apenas 12% dos pais entrevistados instalam ferramentas de filtro ou controle de conteúdo nos smartphones dos filhos.

Nas famílias brasileiras em que os pais têm smartphone, 72% das crianças entre 10 e 12 anos também possuem um aparelho próprio. Esta é a faixa etária em que a maioria dos meninos e meninas passa a ser dona de um smartphone. Outros 28% não têm, mas usam o dos pais. A bicicleta não é mais o presente mais desejado: agora é o celular. Foi o que apurou pesquisa inédita Panorama Mobile Time/Opinon Box revela os hábitos dos pais brasileiros em relação ao acesso dos filhos a smartphones.

O estudo aponta que desde cedo as crianças brasileiras estão tendo acesso a smartphones, seja por meio dos aparelhos dos pais ou com os seus próprios. Na média, 33% das crianças de 0 a 12 anos têm smartphone; 39% não têm, mas usam o dos pais; e 28% não têm e nem usam o dos pais. Apenas uma minoria de 7% continua sem acesso, pelo menos no âmbito familiar.
“Quando analisado por faixa etária da criança, nota-se um gradual crescimento da proporção que tem smartphone próprio e diminuição daquela que não tem. Na faixa de 0 a 3 anos, metade das crianças não têm qualquer acesso a smartphones, enquanto a outra metade tem, sendo 41% através do aparelho dos pais e 9% já com o seu próprio, por incrível que pareça”, aponta Paiva.

No grupo de 4 a 6 anos, há uma virada drástica: uma minoria de 18% segue sem qualquer acesso, enquanto mais da metade (60%) acessa através do smartphone dos pais e outros 22% já têm o seu aparelho. No grupo de 7 a 9 anos pela primeira vez há mais crianças com smartphone próprio (46%) do que acessando o dos pais (34%), enquanto 20% não usam smartphones.

Por sua vez, na faixa entre 10 a 12 anos quase três quartos das crianças já têm o seu smartphone próprio, ou 72%, para ser exato. Outros 21% acessam somente pelo aparelho dos pais e uma minoria de 7% continuam sem acesso, pelo menos no âmbito familiar. Outras questões abordadas pelo estudo foram: os pais controlam o conteúdo que é acessado pelo celular e as pessoas com as quais conversam?; os responsáveis estipulam limite diário de uso?; as escolas permitem o uso dos aparelhos em sala de aula?; qual a opinião dos pais sobre o efeito do smartphone sobre a criação dos filhos?; quais fatores mais influenciam o desejo das crianças em terem um smartphone próprio (amigos, TV, parentes etc.)?

Perdeu Bicicleta
Se antigamente as crianças pediam bicicletas de presente, agora elas querem smartphones. O aparelho toma o lugar dos brinquedos entre os itens mais desejados pela garotada, mesmo entre aqueles que mal aprenderam a falar. Na média, 52% das crianças de 0 a 12 anos já pediram um smartphone de presente para os seus pais. O desejo cresce conforme a idade. Entre aquelas de até 3 anos, 28% já fizeram esse pedido. Na faixa de 10 a 12 anos, 92% . Os amigos dos filhos são os culpados. Na opinião dos pais, são eles quem mais influenciam seus filhos a quererem um celular. A TV aparece em segundo lugar, apontada por 22% dos entrevistados.

O relatório integral está disponível para download em www.panoramamobiletime.com.br

Visa doará dinheiro do próprio bolso a cada transação com cartão

Por Edmo Bernardes em 04/12/2017


Desde o dia 1º, a Visa vai doar um centavo a cada uso de seus cartões, para entidades e causas escolhidas por clientes

Os consumidores que se cadastrarem no programa vão doar, através da marca, um centavo para uma instituição a cada uso de cartão de débito, crédito ou pré-pago.

A ação vale tanto nas transações presenciais com cartões Visa quanto no comércio eletrônico e nas transações com wearables. Transações no exterior também poderão participar.

Importante: o dinheiro doado sairá do bolso da Visa, não do consumidor. Nada de custos adicionais na transação.

Também existe certo receio porque não sabem se podem confiar na entidade, não sabem se a doação está sendo utilizada da maneira correta.

Com a Visa cuidando do dinheiro da doação e da transação, e também garantindo a seleção de entidades confiáveis, mais pessoas estarão dispostas a participar.

Causas e entidades

São cinco causas escolhidas: Educação & Capacitação, Saúde, Idosos, Crianças & Adolescentes, e Animais.

Entre as 17 entidades participantes, estão Associação VagaLume, Instituto de Câncer Infantil (ICI), Instituto Guga Kuerten, Instituto Luiza Mell, Instituto Reação e Projeto Guri.

Os clientes poderão acompanhar a atualização diária no site Causas Visa, com os valores já arrecadados. A marca também promete uma auditoria independente semestral, para garantir que as doações estão sendo utilizadas de maneira correta.

Expectativas e desafios

O potencial da ação, que durará no mínimo um ano, é de uma arrecadação de R$ 60 milhões. É o que a Visa conseguirá doar no máximo, caso todos os seus clientes participem da ação.

O número, aproximado, é baseado nos dados do Banco Central, que mostram que, em 2016, foram feitas seis bilhões de transações financeiras com cartões Visa.

Mas criar a campanha é uma coisa. Fazer com que uma boa parcela dos milhões de clientes participem dela, é outra.

Por Exame

Marcas apostarão mais alto em branded content a partir de 2018

Por Edmo Bernardes em 29/11/2017

(Foto Patricia Weiss, diretora do Abril Branded Content)

O branded content, segmento do marketing que une publicidade e conteúdo editorial, não era um termo muito conhecido até cerca de três anos atrás, embora já fosse praticado, de certa forma, há décadas.

Desde 2016, os exemplos só ficaram mais numerosos e melhores, como os programas esportivos da Red Bull, os filmes da Lego e as campanhas da Always, como o premiado “Like a Girl”.

Até mesmo o famoso festival nova-iorquino de cinema de Tribeca, fundado pelo ator Robert De Niro, criou em 2016 uma categoria para premiar filmes de branded content.

Agora, o que vem? Moda que passará em breve ou realidade que veio para ficar? Para os profissionais de marketing e mídia do mercado, não há dúvida: 2018 marcará a consolidação do conteúdo de marca.

O evento Branded Content Talks, que aconteceu na quinta passada em São Paulo, promovido pelo Grupo Abril e pelo Estúdio ABC (Abril Branded Content), debateu o futuro do segmento e mostrou como audiência e consumidores estarão no centro das atenções a partir de agora.

Arnaldo Tibyriçá, novo presidente do Grupo Abril, ressaltou a importância do segmento para a empresa: “O ABC conecta aqueles que precisam se comunicar com sua audiência e aqueles que sabem como chegar nessa audiência. A comunicação está mudando, muitas coisas ainda não têm nome. O próprio branded content era assim um tempo atrás. É preciso estar atento a essas mudanças para continuar na ponta do mercado e manter a relevância”, analisou.

Engajamento e foco no consumidor

O publicitário Walter Longo, presidente do Grupo Abril até o começo de novembro, antes de Tibyriçá, trouxe uma fala de entusiasmo e expectativa para o futuro do branded content.

Para ele (e para diversos estudos), não há dúvidas de que tal segmento do marketing ficará cada vez mais relevante e essencial para empresas e marcas.

Análise da Business Insider, por exemplo, mostra que, nos EUA, o faturamento com branded content vai saltar de US$ 8 bilhões (2015) para US$ 21 bilhões em 2018.

Outro estudo, feito com 140 executivos de editoras de revistas em 39 países, mostra a expectativa de que 33% da receita de publicidade dos publishers virá de branded content em 2017 e 2018.

Longo analisou que a simbiose entre publicidade e conteúdo editorial traz duas necessidades que atuam de maneira sinérgica e espontânea. Uma não pode atrapalhar a outra ou criar produto que soa forçado e sem relevância. Se assim for, não é branded content e não é de qualidade.

Longo destacou a importância da palavra-chave “engajamento”. Sem engajamento, não se chega aos consumidores: “Se as pessoas precisam ver para crer, elas também precisam crer para ver. É preciso dar sentido às coisas e estabelecer conexão real e confiança de forma a se chegar no engajamento”.

Se em 2016 as marcas “acordaram de vez” e perceberam que havia branded content e que precisavam fazê-lo, em 2018 as marcas deverão tomar conta totalmente do paradigma.

Longo destacou outros pontos essenciais nessa nova estratégia de marketing: a batalha por atenção, não por audiência; a busca por uma audiência qualificada e que, de antemão, está interessada no assunto a ser produzido; o fim da era da interrupção, sendo que agora é a audiência que decide qual será a conversa e onde e como ela se dará; e a tendência de as marcas se transformarem em empresas de mídia.

Esse último fenômeno já se faz claro. A Red Bull produz conteúdo, eventos, shows e filmes. A Lego faz filmes que levam milhões aos cinemas. P&G, L’Oréal também fazem mídia. O fenômeno cria o que está sendo chamado de private label media.

Segundo Longo, a Coca-Cola pretende ser, até 2020, a maior empresa de mídia do mundo. Ele também acredita na fusão de dois segmentos de empresas: de mídia (como Warner e HBO) e grandes grupos publicitários de alcance global.

Relevância de conteúdo

Patrícia Weiss, diretora do Abril Branded Content, falou sobre a necessidade de o conteúdo de marca contar histórias humanas, verdadeiras e que engajam.

“A tecnologia intensificou a necessidade humana básica de se conectar, interagir, criar narrativas e ouvi-las”, disse.

Weiss destacou algumas mudanças de paradigmas no branded content e que desafiam a publicidade tradicional: o foco na pessoa, não no produto; a necessidade básica da relevância do conteúdo; a passagem do push content (invasivo, que se empurra para o consumidor) para o pull content (que atrai, interessa, engaja).

Na análise da executiva, a publicidade tradicional continuará existindo, lado a lado com o branded content. Mas este fará aquela se reinventar e ficar mais eficiente. Segundo ela, um comercial que não engajar o consumidor com sua narrativa e conteúdo não irá sobreviver nem será eficiente para a marca.

Weiss também destacou que o ABC fará o In Studio, um programa mensal gravado no estúdio da Abril Comunicações que trará bate-papos sobre o segmento.
Por Exame

Black Friday vende R$ 2,1 bilhões

Por Edmo Bernardes em 27/11/2017

Foi confirmada a expectativa do E-bit em relação às vendas da Black Friday.

Esse resultado foi superior em 10,3% ao do ano passado.

Alguns dados chamaram a atenção:

Muitos novos compradores que nunca haviam feito uma compra pela internet;

Aumento significativo de reclamações no ReclameAqui;

Frustração em relação às ofertas, e

Crescimento nas vendas de vestuário, o que elevou a categoria ao segundo lugar em vendas, ao lado de celulares.

A liderança ficou com os eletrodomésticos.

A expectativa agora é sobre uma possível mudança de data no ano que vem, adiantando a mesma em dois meses.