Dia das Crianças: como fazê -las mais felizes?

Por Lívia Komar em 12/10/2018

Hoje, dia 12 de Outubro comemoramos o dia das crianças. Essa data celebra os direitos das crianças e adolescentes, ajudando a conscientizar os adultos sobre os cuidados necessários nessa fase da vida.

Mas como fazer para que as nossas crianças sejam ainda mais felizes?

Em primeiro lugar, a criança precisa desfrutar de sua infância, pois é nos primeiros anos de vida que ela forma a base de sua imaginação, sensibilidade, inteligência cognitiva e emocional. Por isso a criança precisa brincar muito, se sujar, experimentar, se socializar, criar vínculosoluções afetivos, se respeitada e se desenvolver de forma saudável e plena.

Outro aspecto importante é ter uma família presente, que a proteja, que cuide dela, que ensine seus direitos e deveres, pois é na família quando a criança constrói o afecto, onde se transmite valores e onde forma a sua identidade.

Além disso, a criança precisa ser responsável, ou seja, precisa ser responsabilizada por suas atitudes e saber os limites e as consequências delas.

A confiança é outro aspecto muito importante, pois a criança tem seus pais ou responsáveis como seu porto seguro, portanto ela precisa saber que existem pessoas em quem possa confiar para resolver problemas e que a ajudem durante todo o seu desenvolvimentoe em sua formação como cidadão.

E desses aspectos, o mais importante: a criança precisa ser amada! Receber atenção, carinho, disciplina e respeito.

O amor permite que ela se doe ao próximo e faça o bem para tornar as pessoas ao seu redor mais felizes. O amor é a base para qualquer relacionamento que a criança irá construir durante todas as fases de sua vida.

Um feliz Dia das Crianças a todos esses seres de luz e repletos de amor!

Fernanda Andrade Calegari é pedagoga, psicopedagoga e Master do Clube da Borboleta.

Verdades da Menopausa Precoce

Por Lívia Komar em 05/10/2018

As mudanças que a menopausa precoce traz acabam afetando a mulher de forma forte e significativa.
A menopausa precoce é causada pelo envelhecimento dos ovários antes do tempo, ocorrendo a perda de óvulos em mulheres com menos de 40 anos. Essa mudança repentina no corpo feminino traz problemas de fertilidade e dificuldades para engravidar em mulheres mais jovens.

A menopausa precoce é mais comum entre mulheres de 35 a 40 anos, e o principal alerta é a menstruação irregular ou ausência de menstruação.
O tratamento da menopausa precoce é feito através de reposição hormonal com estrogênios, que servem não só para aliviar os sintomas causados pela falta de estrogênio no organismo, como também para manter a massa óssea e evitar o surgimento de doenças como a osteoporose.

Como a menopausa precoce afeta a parte psicológica da mulher?

Devido as mudanças físicas, advindas do climatério, a parte psicológica da mulher acaba sendo afetada. O envelhecimento é um processo natural no ciclo vital, porém cada mulher o enfrenta de maneira diferente. Isso vai depender das características intrapsíquicas, como também do contexto sócio cultural em que ela está inserida.
Mulheres em condições psíquicas adequadas (ambiente familiar favorável, boa dosagem de autoestima), quando atingem esse estágio da vida, enfrentam de maneira satisfatória as consequências da menopausa precoce, mantendo o equilíbrio, a sensatez, entendendo esse momento como uma etapa natural e inerente à sua condição feminina.
Porém, mulheres mais fragilizadas por aspectos da personalidade, com tendência ansiosa, que se encontrem em situações de estresse físico ou emocional, ou que são extremamente vaidosas e preocupadas com a sua aparência, podem encontrar dificuldades para lidar com os efeitos dessa fase. E dependendo do grau de dificuldade que elas encontrarem, pode acarretar-lhes um intenso sofrimento, que as torna vulneráveis a certas patologias.

Vale lembrar que a sociedade impõe um determinado padrão de beleza que é imposto às mulheres, valorizando tanto a juventude quanto às curvas bem distribuídas. Quando a mulher se apega a isso, ao chegar à menopausa e constatar as mudanças de seu corpo, acaba entrando em um intenso sofrimento. Muitas passam a ter atitudes de adolescentes e a usar roupas mais joviais. Seria uma forma mascarada de estender a juventude por um pouco mais de tempo.
A participação da família nesse processo é de suma importância. Imaginem como deve ser ruim a mulher não ter controle das suas emoções e das condições fisiológicas do seu corpo? Esposo e filhos podem ajudar, não julgando, não reclamando, e o mais importante, procurando saber mais sobre essa fase, buscando compreender todas essas mudanças, dando suporte emocional. É necessário!
A psicoterapia ajuda e muito a mulher na passagem desse momento mais conflitante e de extrema vulnerabilidade. Portanto, é importante que a mulher, nessa fase, procure um profissional tanto na área médica como na psicológica, os quais poderão dar o suporte necessário à superação das respectivas dificuldades.

Letícia Neto Ruiz é Psicóloga especialista em infância e adolescência, Consteladora Sistêmica Familiar e Moderadora do Clube da Borboleta .

Como superar a perda de um animal de estimação?

Por Lívia Komar em 01/10/2018

Eles fazem parte das nossas vidas, são nossos companheiros, não falam com palavras, mas demonstram todo o carinho que tem por nós através de suas atitudes. A relação que temos com um pet é um dos tipos de amor mais verdadeiros que existe.

“Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um pedaço de madeira já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?”

Esse trechinho do best-seller “Marley e Eu”, de John Grogan, a respeito dos cães, diz tudo sobre o vínculo que criamos com nossos bichinhos de estimação, seja ele um gato, um cachorro, um pássaro, um peixinho… Mas e quando ele morre, como o nosso coração fica? Como lidar com esse luto?

 

Todos nós vivenciamos a dor e a perda de formas diferentes.

Não se preocupe,  não há um tempo “normal” para você se recuperar do sofrimento do luto. Todos processam a dor de uma maneira diferente. Tenha paciência e permita-se vivenciar a dor pela perda, pois essa é uma importante forma de superar esse momento difícil.

 Não se sinta culpado.

Não fique remoendo situações passadas e tente parar de se perguntar o que você poderia ter feito. Esses pensamentos fazem você se sentir mal e dificultam o processo de superação.

Não sinta raiva dos outros.

Não adianta ter raiva do veterinário, que não pode salvá-lo, ou do motorista, que atropelou o seu animalzinho. Embora o sentimento de raiva possa parecer justo, cultivá-lo só vai fazer você sofrer ainda mais.

 Conte com o apoio dos amigos, familiares e pessoas que já passaram por isso.

Não tenha vergonha dos seus sentimentos. Procure o apoio de amigos e familiares que terão compaixão pelo seu sofrimento e empatia pela forma como você se sente. As redes sociais também podem ajudá-lo a encontrar pessoas que estão passando pela mesma situação que você.

Considere a adoção de um novo amigo.

Num primeiro momento pode parecer um descaso com o animal falecido. Mas não encare como uma substituição e sim como um novo capítulo de vida, para você e para seu novo amigo.

Lembre-se, muitas vezes a perda do seu animalzinho querido o ajudará a passar pelo processo de luto numa situação futura com um ente querido. Guarde as boas lembranças e siga em frente.

 

Potira Narjara é administradora de empresas, mãe, membro do clube da borboleta e apaixonada pelo mundo da maternidade.

 

A importância da participação dos pais na escola para o ensino e aprendizagem de seus filhos

Por Lívia Komar em 28/09/2018

A importância da participação dos pais na vida escolar de seus filhos
É na família que a criança realiza sua primeiras aprendizagens e onde
adquire valores e se inicia o processo educativo.
A participação dos pais na vida escolar dos filhos é fundamental para a
aprendizagem escolar desde a mais tenra infância. Essa participação não
ocorre somente buscando as crianças ou no auxílio à tarefa.
É também participar acompanhando os estudos da criança, perguntando
sobre a rotina na escola, demonstrando interesse pelas atividades artísticas
e os conteúdos trabalhados na escola, elogiando sempre cada progresso da
criança.
Os pais podem ajudar muito a escola ao estimular a leitura, os jogos pedagógicos  e o brincar em casa, dedicando um momento do seu dia para seus filhos.  A
brincadeira e os jogos educativos estimulam muito o ensino e a
aprendizagem tanto como a leitura e música, pois ampliam suas experiências no
mundo letrado em que a criança vivencia  na escola.
Portanto, a escola e a família são co-autoras no processo ensino e
aprendizagem das crianças e por isso é fundamental que a família valorize
o que é feito na escola e vice versa, pois são parceiras no processo
educativo.
A escola trabalha dentro de uma concepção e metodologia para realizar o
educar/ ensinar. Porém, ela precisa da família para concretizar a formação
integral da criança.
Fernanda Andrade Calegari é Pedagoga, Psicopedagoga e Master do Clube da Borboleta.

Bullying: Um grito de socorro

Por Lívia Komar em 28/09/2018

No filme “Um grito de socorro”, Jochem é um adolescente atormentado diariamente na escola por ser gordinho. Tem dois amigos que, mesmo não concordando com o bullying, ignoram as agressões que ele sofre por medo de virarem alvo dos agressores. Mesmo sem querer, acabam sendo coniventes com as agressões verbais que ele sofre; e fatalmente com o seu triste fim.
Como uma “brincadeirinha sem maldade” pode desencadear uma depressão infantil? A famosa brincadeirinha, nomeada na década de 70 como “bullying” pelo psicólogo sueco Dan Olweus está cada dia mais presente na vida das crianças e dos adolescentes.
O Bullying pode ocorrer em qualquer ambiente onde exista o contato entre pessoas, seja no clube, no curso de inglês, na igreja, na própria família ou na escola.
Na escola, a prática do bullying costuma ocorrer na entrada, na saída ou nos intervalos das aulas. Essas agressões são atos de violência verbal (e muitas vezes violência física) que podem levar a vítima a um sofrimento sem fim, podendo esta entrar em depressão e até tirar a própria vida.
Os agressores tem o perfil de liderança, se destacando entra a turma e ganhando pupularidade através desses ataques mascarados. Atacam a vítima conscientemente, e buscam seu alvo através de alguma peculiaridade que a vítima tenha, como estar fora dos padrões estéticos impostos pela sociedade, ser extremamente tímido, ser um aluno muito inteligente, fazer uso de aparelho dentário ou óculos, não ter uma vida financeira alta.
Quase sempre, a pessoa que sofre o bullying tem medo e vergonha de contar aos pais o que está se passando. Sentem-se culpadas por não atender às expectativas dos agressores, e sofrem caladas.
Podem vir a ter baixo rendimento escolar, desânimo, aparente apatia, falta ou aumento de apetite. A ajuda psicológica é extremamente necessária neste processo, onde a vítima precisa enxergar que não há nada de errado com ela.
Se os pais e cuidadores perceberem que há algo de errado, ofereçam escuta e busque ajuda, antes que seja tarde.

Letícia Neto Ruiz é psicóloga especialista em infância e adolescência, Consteladora Sistêmica Familiar e Moderadora do Clube da Borboleta.

Educar: existe uma fórmula mágica?

Por Lívia Komar em 21/09/2018

Todos sabem que criar um filho não é uma tarefa fácil. Exige tempo, paciência, carinho, e pulso firme.
Pode ficar mais fácil (e menos cansativo) ceder as birras e aos pedidos insistentes das crianças.
Em contrapartida, tem pais que acham que usar e abusar de regras e limites trará mais segurança na educação.
Existe uma fórmula mágica para educar? Qual a forma correta?
O melhor caminho, com certeza, é o limite dado à criança. Ela deve saber até onde pode ir. Deve saber a hora de parar. Deve entender que os mais velhos devem ser respeitados e vistos com amor.
O ambiente familiar também exerce um papel de suma importância na criação dos filhos, afinal, as crianças tendem a seguir o exemplo dos pais e dos cuidadores. Em um lar onde há desordem, brigas e desarmonia, a criança verá esse tipo de comportamento como o correto, passando a repetí-lo. Ou seja, problemas comportamentais da criança não ocorrem porque ela tem má índole ou falha de caráter. Eles resultam da maneira a qual os pais a ensinam a se relacionar com o mundo e com as pessoas a sua volta. Vale lembrar que os pais são os espelhos dos filhos, então nada mais justo do que refletir uma boa imagem.

Letícia Neto Ruiz é Psicóloga especialista em infância e adolescência, Consteladora Sistêmica Familiar e Moderadora do Clube da Borboleta .

Borboletas no altar: quer casar e precisa economizar? Acompanhe essas dicas!

Por Lívia Komar em 14/09/2018

Noivinha,quer se casar e precisa economizar?
Elencamos algumas dicas para os noivos gastarem menos em alguns detalhes da noiva e também para economizar na festa, assim sobrará  mais dinheiro para curtirem a Lua de Mel. Se a noiva alugar o vestido provavelmente gastará menos do que se for
fazer o vestido para ela.
Caso a noiva tenha o sonho de ter um vestido feito
especialmente para ela o primeiro aluguel é o mais indicado para
economizar.
O sapato branco que a noiva comprará tem a vantagem de poder ser
tingido da cor que ela quiser, ou seja, não o usará apenas uma vez e terá um sapato confortável e lindo que recordará de momentos inesquecíveis, ainda que esteja colorido.
As jóias como tiaras e porta coques que a noiva usará podem ser alugadas
e já é uma forma de pagar menos nesses itens caros. Se ela fizer questão de
comprar tem várias lojas que vendem esses acessórios a um preço
acessível, mas será preciso pesquisar bastante e até mesmo viajar para encontrar esses itens.
Em relação à decoração, os noivos tem diversas opções mais baratas e
lindas para eles mesmo fazerem, como garrafinhas ou potes de vidro com flores naturais ou
artesanais, velas e podem eles mesmos fazerem os porta retratos e painéis
com as fotos que retratam sua história de amor, que fazem toda a diferença na decoração.
O buquê das daminhas e até mesmo o da noiva podem ser confeccionados
por ela, com as flores que mais gosta e as que ficam bonitas na época do
casamento.
Outros detalhes como lembranças dos padrinhos e convidados também
podem ser feitos com custo baixo, dependerá do tempo e habilidades
manuais que tem os noivos para fazê -los.
Fernanda Andrade Calegari é Master do Clube da Borboleta, recém casada e apaixonada pelo universo do Casamento.

A mulher ideal

Por Lívia Komar em 07/09/2018

 

A mulher ideal é aquela que age da forma que achar mais conveniente para a sua situação, sem ter a obrigatoriedade de cumprir regras.

Fazer o que tiver vontade: comprar um vestido novo, fazer uma escova na cabeleireira sem nenhum motivo especial, não arrumar a cama, tomar sorvete antes do almoço, usar os esmaltes que estão na moda (mesmo que sejam de cores berrantes), emagrecer quando se sentir mal estando acima do peso e permanecer gordinha, sentindo-se linda e confortável dessa forma (lembrando que o nosso corpo só diz respeito à nós mesmas).
Ir à piscina de bolinhas, cantar no karaokê (mesmo que mande muito mal no microfone), trabalhar sem maquiagem ou sair maquiada pela manhã. Usar decote, biquíni fio dental, vestidos que cubram até os joelhos e que mais pareçam da sua avó. Não pintar o cabelo e deixar os vários fios brancos à mostra. Mudar a cor das madeixas todo mês. Sair de rasteirinha ou de salto alto pelo shopping badalado.
Usar óculos de grau ou lentes coloridas. Fazer a comida que quiser comer ou mudar radicalmente os hábitos alimentares. Ignorar comentários que irão tentar te tirar do sério e em nada lhe acrescentarão como pessoa (você não é obrigada a ouvir grosserias de ninguém, e nem sorrir para quem não desejar).
Você é livre para fazer o que quiser! E não tem que agradar ninguém… Apenas RESPEITAR! Nunca se esqueça disso!
Parta do princípio do respeito ao próximo e agrade si mesma em primeiro … segundo… terceiro lugar. O amor mais importante da nossa vida, continua sendo o amor próprio. Tenha-o sem moderação!
Enquanto adultos, temos o direito de ir e vir… logo, você é livre!
Eu sou livre!
Vamos nos permitir!!!!

Letícia Neto Ruiz é Psicóloga Clínica e Institucional, Consteladora Sistêmica Familiar e Moderadora do Clube da Borboleta.

Setembro Amarelo: Suicídio na infância e adolescência

Por Lívia Komar em 03/09/2018

Nascemos com instinto de sobrevivência. Viver é nosso objetivo maior. Por isso, dentre as mais eficientes ‘ferramentas’ de um bebê está o choro para expressar sua dor ou desconforto. Desta forma, comunica-se com a nova equipe que o recepcionou e que vai acompanhar sua jornada.

Se falar de suicídio de adulto é difícil, imaginem abordar o tema suicídio de crianças e adolescentes. A sociedade ainda refuta esta ideia. Na verdade, parece que seus pensamentos só são voltados para brincar, comer e dormir… e viver intensamente cada minuto. Pais de adolescentes que se mataram, por exemplo, tendem à negação, talvez para refrear o sentimento de culpa. Ainda são precários os estudos sobre os suicídios juvenis e sua prevenção. Mas, alguns números são evidentes.

De acordo com o psiquiatra Ricardo Nogueira, coordenador do Centro de Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio do Hospital Mãe de Deus, o suicídio é hoje no Rio Grande do Sul a principal causa de morte entre meninas de 14 a 19 anos e a terceira causa entre os garotos, atrás do homicídio e mortes de trânsito. E um dos principais motivos seria a falta de estrutura familiar.

Segundo o psicólogo Rossandro Klinjey, o número de crianças e jovens vítimas de suicídio aumentou, apesar das parcas pesquisas a respeito do tema. Ele entende que estamos educando mal nossos filhos, deixando-os despreparados para o enfrentamento das perdas e frustrações.

Miguel Angelo Boarati, psiquiatra da Infância e Adolescência, explica que as crianças entendem a morte como algo transitório e reversível, que podem morrer para encontrar alguém querido que faleceu e depois retornar a viver normalmente. E que os adolescentes enxergam como uma situação definitiva; que o desejo de morrer pode surgir a partir de uma frustração ou perda, embora existam várias outras situações patológicas, como a depressão, o uso de drogas e álcool e traços de personalidade emocionalmente instável.

Está na hora de darmos a devida atenção a este problema. Entender que o comportamento suicida é algo mais corriqueiro do que imaginamos. Precisamos observar mais assiduamente os jovens que nos cercam. Muitas vezes, eles nos dão indicativos de suas intenções, mas só percebemos quando é tarde demais.

 

Potira Narjara é administradora de empresas, mãe, membro do clube da borboleta e apaixonada pelo mundo da maternidade.

Borboletas no Altar: Como fazer o Chá de Lingerie

Por Lívia Komar em 31/08/2018

O Chá de Lingerie está em voga ultimamente e é uma festa intimista
como objetivo renovar o armário de lingerie da noiva, além de produtos de
beleza e até mesmo produtos para ela “brincar” com seu parceiro na Lua de
Mel e depois dela.
Geralmente quem organiza o Chá de lingerie são as amigas noiva ou
até mesmo a própria noiva. Se for a noiva é importante que receba ajuda
das amigas para fazerem a lista dos presentes e para selecionar as
brincadeiras, afinal precisa ter surpresas para a noiva.
O local geralmente é um lugar em que possam ficar à vontade, com
as amigas mais próximas e queridas (no máximo trinta amigas), para que a
noiva e suas convidadas se sintam bem e fiquem “em casa”.
Essa divertida festa é realizada com dois a três meses de
antecedência, para que a noiva tenha tempo de comprar os demais itens do
seu enxoval. É muito importante que as convidadas tenham o número da
lingerie da noiva, e principalmente, que considerem o estilo da noiva na
hora de comprar o presente.
A decoração costuma ser de acordo com o perfil da noiva (mais sexy,
romântica ou clean) e é claro, ter lingeries na decoração, seja em pasta
americana nos docinhos e cupcakes ou mesmo de verdade na decoração.
As comidas precisam ser práticas como Fingerfoods(comidas
que comemos com a mão), bebidas leves e até mesmo bebidas alcóolicas,
como batidinhas ou champagne. E na mesa do bolo não pode faltar algo
que as mulheres gostam demais: docinhos e chocolates.
Durante a festa acontecem as brincadeiras para descontração de
todas, pois noiva e as convidadas dançam, riem e se divertem muito! No
final da festa é interessante presentear as amigas com um mimo na saída
que seja útil e que agrade a todas, como batons, esmaltes, doces decorados, entre outros.
Fernanda Andrade Calegari, é recém casada, Master do Clube da Borboleta e apaixonada pelo universo do casamento.