Vamos conversar sobre família?

Por Lívia Komar em 24/05/2017

O que lhe vem à cabeça quando lê ou escuta a palavra “família”?

Lembranças boas e/ou ruins, afetos, imagens, cheiros, sentimentos que brotam e nos remetem a lugares e tempos.

O tema que aqui nos arriscaremos a tratar é hoje mais diverso e infinitamente mais complexo do que se estivéssemos tratando do assunto há algumas décadas. Primeiramente, temos que estar preparados a aceitar que o conceito de família, ou melhor, a ideia que temos de família, mudou muito nestes últimos tempos. Mudou principalmente a sua formação e a maneira como pode se constituir.

Quando falo da sua formação, quero aqui dizer que é cada vez mais distante a imagem da chamada “família nuclear”, aquela em que temos um pai, uma mãe e filhos desta união. Apesar das famílias de muita que está lendo esse artigo serem exatamente constituídas dessa forma, esse formato tem sido cada vez menos frequente nos lares.

Hoje, nos deparamos com famílias de “pães” (em que há somente o pai ou somente a mãe, porém desempenhando um papel duplo – de pai e de mãe); famílias reconstituídas (aquelas onde um dos ou ambos os parceiros trazem para a nova união os filhos de um relacionamento anterior); famílias onde os avós estão no lugar de mantenedores das finanças da casa e também assumindo a educação e formação de netos; famílias que se formam por casais do mesmo sexo; casais que descobrem a paternidade e maternidade por meio da adoção dos filhos., enfim, uma infinidade de formatos. Vejam o quão diverso é hoje pensar e, mais ainda, tentar se chegar a um modelo único de família!

Mesmo em meio a essa vastidão de possibilidades, isso não é garantia de que esses novos modelos mais modernos e contemporâneos se encontram blindados dos dramas e dificuldades vividos há séculos atrás. Curioso não?

Por que isso acontece? Porque somos humanos. Nossos dramas, medos, anseios não mudam tanto em uma realidade tempo-lugar diferentes do que vivemos hoje. Temos necessidades de sermos aceitos e amados, seja em nosso mundo micro – a família – seja em nosso mundo macro – a sociedade – e lutamos para isso todo santo dia!

Desse modo, vemos que apesar das novas roupagens de família, ainda assim, podemos nos deparar com questões que atordoaram sua avó, sua mãe e hoje você, mesmo tendo vivido tempos tão diferentes.

Falar de afeto e família nos leva quase que automaticamente a falarmos de vínculo. Vínculo é tudo aquilo que nos liga a algo ou alguém. Temos vínculo empregatício, por exemplo; o vínculo que estabelece uma conexão entre dados. Mas o vínculo afetivo, ah, esse é de longe o mais complexo deles. Liga as pessoas afetivamente, liga histórias de vida. Quer frase mais verdadeira do que quando se diz que “quando se casa, você casa também com a família”? A depender do nível que se encontra esse vínculo familiar, você terá casado mais com a família do que com o parceiro(a) escolhido(a)!

Aprendemos a como estabelecer vínculos desde nossa tenra idade, com aqueles que dedicaram – ao seu modo – a nos cuidar, atender nossas necessidades materiais e afetivas no dia a dia. A criança tira destas experiências suas noções do que é o mundo que a cerca, o quão caloroso, acolhedor ou difícil e inóspito ele pode ser. Com isso, aprende-se a como a vida pode ser vivida…e como pode se posicionar frente a isso.

Família, afeto, vínculos, ser pai e mãe, ser filho/a: cada conceito aqui nos traz grandes pontos de reflexão e de busca de conhecimento – pois conhecer nos torna capazes de analisar e formular ideias próprias.

Espero que tenha feito aqui um bom convite para uma próxima conversa sobre estes temas!

Cabelo

Marisley Vilas Bôas Soares é psicóloga judiciário.

Dividida entre família, casa, trabalho e a dança flamenca.

Como quero chegar à velhice

Por Lívia Komar em 17/05/2017

Quem não quer chegar bem à velhice tendo uma convivência prazerosa com filhos, netos e conhecidos? Para ter um futuro bacana desses, você precisa fazer sua parte: enquanto a terceira idade não chega, treine sua paciência e disponibilidade com os mais velhos.

É fundamental demonstrar ao idoso seus sentimentos por ele. Diga, pelo menos uma vez por dia, que o ama; faça um carinho, sorria e demonstre o quanto ele é querido. Com esse comportamento, ele se sentirá seguro e fazendo parte da família.

Quem tem uma pessoa mais velha em casa sabe que manias, teimosias e constantes repetições de histórias podem cansar. Quando se vir em uma dessas situações, conte até dez e tenha paciência.

Quem viveu muito sabe das coisas. Que tal sempre pedir a opinião, mesmo que seja sobre um assunto banal, a quem chegou à terceira idade? Faça com que ele perceba que é importante e respeitado.

Muitas vezes, com medo de dar trabalho, o idoso não conta que está se sentindo mal. Em outros casos, pode passar o tempo todo reclamando de algum problema de saúde. Na dúvida, leve-o ao médico regularmente, mesmo que seja apenas para tranquilizá-lo e, nunca se esqueça de oferecer água de hora em hora para eles, pois esquecem de se hidratar.

É claro que pessoas na terceira idade precisam estar em atividade, mas não vá mandá-los fazer serviços pesados ou que demandem raciocínio rápido e ótima memória. Se puderem e quiserem ajudar, maravilha! Mas dentro de suas limitações.

Os hábitos que uma pessoa tem ficam mais rígidos na velhice. Por isso, procure facilitar a vida do idoso que acorda, dorme e faz as refeições mais cedo, que vê sempre o mesmo programa na TV .

Quando notar que alguém da terceira idade está sem ter o que fazer, incentive-o ou convide-o a dar uma volta num parque ou na praça, visitar os amigos, fazer um curso, enfim, a se divertir e se manter em contato com outras pessoas.

Chame o idoso para acompanhá-la a vários lugares (shopping, cinema, banca de jornal, padaria, mercado), principalmente se for a pé. Além da atividade física, ele se manterá informado sobre o que está acontecendo.

Eunice Bernardes Pena tem 56 anos. Casada há 36, é mãe de Ériton e Erielen. É também avó de 4 lindos netos, seus grandes orgulhos. Artista Plástica e professora, é voluntária em ONGs trabalhando com a Terceira Idade e Crianças no contraturno Escolar além de crianças especiais. Assim como uma borboleta, sua vida está sempre em transformação.

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Eunice Bernardes Pena tem 56 anos. Casada há 36, é mãe de Ériton e Erielen. É também avó de 4 lindos netos, seus grandes orgulhos. Artista Plástica e professora, é voluntária em ONGs trabalhando com a Terceira Idade e Crianças no contraturno Escolar além de crianças especiais.Assim como uma borboleta, sua vida está sempre em transformação.

Borboleta ensina a fazer saquinho de guloseimas

Por Lívia Komar em 10/05/2017

A Páscoa pode até ter acabado, mas a magia nunca termina!

Toda criança adora doces e chocolate e hoje vou ensinar a fazer um saquinho fofo para guardar essas guloseimas.

Ah! Não esqueça de chamar a criançada pra ajudar, afinal, a ideia é compartilhar esse momento com os pequenos.

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1-    Lista de materiais:

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- Tesoura

- Cola quente

- Feltro nas cores de sua preferência

- Linha de bordar

- Fita de cetim

- Tinta de tecido

- Agulha nº 7

2-    Primeiro cole os olhos e o nariz

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3-    Com a ajuda de um alfinete faça o ponto branco dos olhos

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4-    Com agulha e linha preta faça o bigode do coelho

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5-    Começando a casear

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6-7-8- O início do caseado tem que ficar bem firme

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9-10- Passe a linha por debaixo da agulha

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11-12-13 Quando terminar a linha dê um nó e passe a linha por dentro do tecido e corte, pegue outra linha e dê um nó e continue o caseado.

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14- Para finalizar o caseado da peça dê um nó na linha e passe por dentro e corte.

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A peça está pronta e pode render muita diversão com os pequenos!

Espero que tenham gostado.

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Cah Vilela Sanches é mãe, esposa, empresária e artista. Além disso, está sempre inventando moda e trará muitas ideias bacanas para fazermos com coisas simples que temos em casa.

Truques e dicas caseiras

Por Lívia Komar em 03/05/2017

Hoje eu acordei simplesmente radiante, feliz e de bem com o mundo. Dei um “tapa na casa”, como eu costumo falar, e fui para cozinha fazer o almoço. Mas eu não vou sozinha: o meu fiel e inseparável celular e o meu viciante Facebook foram comigo, é claro. Lavei toda a louça, acendi o fogão, coloquei a panela, piquei o alho, a cebola, aqueci o óleo, coloquei o arroz, a água e pronto: olhei para o celular ele olhou para mim e ali começava mais uma viagem virtual.

Eu não sei vocês, mas desligo do mundo e esqueço de tudo literalmente quando estou na internet. O resultado foi que meu arroz queimou e eu não teria tempo de fazer outro. Graças à minha mãe e à minha avó – que Deus as tenha, me lembrei de algumas dicas de como tirar o gosto de queimado do arroz e lá vou eu pegar o saleiro e pôr a dica em prática.

Quando queimar o arroz, jogue de uma a duas colheres de sal em cima da tampa com a panela fechada e aguarde alguns minutos (a quantidade de sal vai depender do tamanho da sua panela), após o tempo indicado, tire o sal de cima da panela e sirva o arroz em outro recipiente.

Parece mágica, mas não é e, claro, você não vai cavar o arroz até o fundo da panela pra chegar no queimado, né?

Duvidou? faça e depois volte aqui nos comentários pra me contar a sua experiência. Deixe as suas dicas também, adoro aprender truques novos.

Josiana Constâncio tem 36 anos, é casada, mãe da Sofia e do Pedro, administradora e Diretora de Eventos no Clube da Borboleta. Ah! E sabe de muitas dicas caseiras.

Josiana Constâncio tem 36 anos, é casada, mãe da Sofia e do Pedro, administradora e Diretora de Eventos no Clube da Borboleta. Ah! E sabe de muitas dicas caseiras.

Como seu Marketing pessoal pode te ajudar na hora de conseguir um emprego?

Por Lívia Komar em 26/04/2017

O Marketing é um conjunto de ferramentas usadas pelas empresas para tornarem seus produtos conhecidos, populares e vendidos. Ou seja, as organizações se utilizam da propaganda, da publicidade, do merchandising, da promoção de vendas e das relações públicas a fim de venderem seus produtos e/ou serviços.

O Marketing Pessoal é exatamente a mesma coisa, só que em benefício da sua própria carreira. Diante disso, um candidato à vaga no mercado de trabalho deve ser atrativo para os consumidores – os entrevistadores.

Cinco dicas para melhorar seu Marketing pessoal na hora da entrevista:

1) Cuidado com a boa aparência – Observe sempre o tipo de empresa para qual você está se candidatando. Se a empresa é do tipo conservadora, evite roupas muito despojadas e/ou decotadas. Para não ter erro, aposte no clássico!
Na maquiagem, prefira algo leve e sutil. Lembre-se: “o menos, é mais”. As organizações costumam ser criteriosas ao escolherem seus funcionários.
Em Marketing isso seria comparado ao estudo da “embalagem” do produto.

2) Seja Pontual e Cordial – Jamais chegue atrasado a uma entrevista, pois até hoje não se tem notícias que candidatos atrasados tenham sido contratados. Chegando ao local da entrevista, seja cortês com os funcionários da empresa, pois assim você se demonstrará ser uma pessoa sociável
Em Marketing isso seria a popularidade do produto.

3) Conheça a História da Empresa – Se, numa entrevista de emprego você demonstrar que conhece a história da empresa, irá demonstrar ao entrevistador seu interesse pela organização e – certamente – levará vantagem sobre seus competidores.
Em Marketing isso seria comparado à divulgação dos benefícios que o produto (ou o serviço) proporciona.

4) Atenção a Linguagem corporal – No decorrer da entrevista olhe o entrevistador nos olhos, pois isso demonstra segurança e maturidade, fale pausadamente e gesticule com naturalidade. Se não entender alguma pergunta do entrevistador não se intimide e, nesse caso, o mais indicado é solicitar que o entrevistador reformule sua pergunta.
Em Marketing isso seria comparado à “comunicação” do produto com seu público.

5) A Despedida – Ao terminar a entrevista despeça-se com educação, mas demonstre estar motivado com a possibilidade de vir a trabalhar naquela organização. Não aperte a mão do entrevistador com muita força, nem do tipo “molenga”.

Você é a sua melhor marca!

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Denise Lavezo é Gestora de Negócios e Supervisora de Merchandising. É também administradora do Clube da Borboleta

Precisamos falar sobre a maternidade real

Por Lívia Komar em 19/04/2017

Desde pequena sabia que queria ser mãe e demorei 35 anos para concretizar meu sonho de menina.  E o Matteo, hoje com 1 ano e 5 meses foi,

Matteo aos 6 meses

Matteo aos 6 meses: furacão de sentimentos

realmente, a realização mais plena e maravilhosa de toda a minha vida  – e a mais desafiadora, sem dúvidas.  Ele é meu furacão de amor, do maior amor que, por onde passa, deixa tudo de pernas pro ar, inclusive as concepções que tinha sobre ser mãe antes de engravidar.

Procuro ser o mais dedicada possível em contrapartida da vida corrida que levo. Estudo, brinco, ensino, leio, alimento, amamento, me divirto com suas artes mas, como toda mãe, me desequilibro às vezes: choro e me pergunto se darei conta. Lógico que darei – a gente sempre dá.

Enquanto escrevo esse texto tarde da noite e após um longo dia de trabalho e o observo de canto de olho brigando contra o sono em frente ao seu programa favorito, tenho a certeza de que tudo o que relatarei aqui deve ser discutido.

O resumo é que a maternidade real  não é uma novela do Manoel Carlos. Pode até ser extasiante como um pôr do sol no Leblon, mas também é punk, é doído muitas vezes. Ser mãe é um misto da coisa mais divina e especial da nossa vida com a mais exaustiva mesmo que você tenha experiência como maratonista de longas distâncias. É a descoberta de um sentimento nunca sentido antes que ultrapassa o o próprio amor e esse amar incondicionalmente, esse desejar o bem a todo instante, esse se ver cuidar sozinha de alguém que você ama além da vida mas que exige cada suor de seu corpo e de sua alma é fatigante.

No passado, bem lá no passado, ao engravidar, a mulher era tratada como uma joia por sua família, pela família do marido e por toda sociedade. Ao nascer um bebê, nascia junto uma rede de apoio: mães, irmãs, avós, tias, todas as mulheres daquele grupo familiar se reuniam e abraçavam aquela puérpera com amor e empatia: comida quentinha, casa arrumada, dicas caseiras e receitas familiares para ajudar na amamentação e nas cólicas, cuidados com o bebê para que a mãe, recém-parida, pudesse descansar, afinal, a nova jornada exigia no mínimo a adaptação à realidade. E assim seguia por alguns meses para que o vínculo entre os dois seres pudesse ser construído com o mínimo de interferências e sofrimento e com o máximo de amor e somente amor.

Infelizmente hoje, quase nunca isso acontece. Os desafios atuais envolvem, acima de tudo, uma maternidade solitária, com gente tão perto e tão longe ao mesmo tempo; uma rotina onde reina o cansaço. Essa rede de apoio foi substituída pelo turbilhão de informações que nos ajuda a evoluir, mas torna esse universo ainda mais desgastante pois, de uma maneira positiva, queremos ser as melhores mães do mundo e sempre oferecer o que há de mais estimulante, mais novo, mais especial, mais tudo aos nossos bebês porém, a verdade é que, nos primeiros meses, mal conseguimos ir ao banheiro, nos alimentar ou lavar nossos cabelos.

Hoje, as mães começam a trabalhar cedo. Os pais, coitados, mal curtem seus bebês com uma licença ridícula de poucos dias. Em muitos casos, as avós também trabalham. Ou moram longe. Ou moram perto mas têm seus afazeres. Tias, madrinhas, todos têm suas nada mole vidas e algumas já passaram por todo esse perrengue em maior ou menor grau. Os bebês, então, que mal saíram do aconchego da barriga, já têm que ir pra creche ou berçário, algo impensável no tempo de nossas avós: a criação era ali, cercada de mulheres, de outras crianças, de bolinho de chuva à tarde. Eu mesma fui criada assim.

A volta ao trabalho após o primeiro filho é um misto de alívio e dor, conflito esse que seguirá por toda nossa existência como mães, creio eu. A mulher não suporta mais ficar em casa, mas também não quer deixar seu maior tesouro sob cuidados de outras pessoas, bem naquele momento em que se começam as gracinhas, as risadinhas, logo irão comer e o que irão se alimentar, meu Deus? Acima de seu peso, se arruma novamente para uma vida em que seu filho não cabe pendurado em seu peito, para um novo desafio em que dividirá sua mente antes tão focada em suas atividades no emprego, com a preocupação com um ser que mal acabou de chegar e já domina totalmente seu coração. O ato de amamentar, antes tão simples e intuitivo, virou algo mecânico, com data certa para acabar, e a mãe com sua rotina nada fácil tem que se desdobrar para nutrir seu bebê durante seu almoço. Ou desmamá-lo pois assim, é menos desgastante. E mesmo com as recomendações da OMS sobre a importância do leite materno até os dois anos de idade da criança, como julgá-la?

O puerpério dura cerca de seis meses mas a rotina estressante de se ter um bebê em casa não acaba. Nunca. E esse texto é só para lembrar que nós mulheres até damos conta de muita coisa, assobiamos, chupamos cana e ainda ninamos nossos filhos. Mas importante salientar que todas precisamos aprender a pedir e aceitar ajuda ou escutar quando alguém nos solicita esse apoio. Precisamos nos unir, sermos mais empáticas e despertarmos nossa sororidade principalmente em momentos tão delicados quanto o nascer de um filho – e de uma mãe. Um abraço, um cuidado, uma louça lavada ao invés de críticas ou palpites caem muito bem.

Cuidem com amor de suas gestantes e as façam sentir-se especiais; já existe um tufão de hormônios lembrando elas todos os dias o quanto é maluco se tornar mãe – elas não precisam de mais transtornos. Ajudem as puérperas de sua família: sejam solidárias com mães de filhos pequenos. Ofereçam apoio. Resgatem essa solidariedade. Ouvi de uma amiga certa vez que mães não precisam de força e sim de ajuda. Força, todas temos de sobra, está no sangue!

E se você está vivenciando tudo isso: vai passar! Creio que apesar de toda loucura envolvida, sentiremos falta dessa fase que nos transforma para todo o sempre. Sentiremos falta de nossos amados filhos sob nossas asas. E guardaremos no coração com imensa gratidão todas aquelas maravilhosas mulheres que dedicaram seu tempo por nós.

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Lívia Komar Barusco é mãe do Matteo, esposa, jornalista, empresária, apaixonada por séries, rock n’ roll, moda, gororobas e pelo ato de maternar.

Torne seu imóvel mais atrativo para o mercado

Por Lívia Komar em 12/04/2017

Na condição de profissional atuante no ramo do mercado imobiliário, quero utilizar esse espaço com o propósito de contribuir com minhas percepções com aqueles que desejam vender seu imóvel.

O intuito é elencar pontos que devem ser trabalhados para que seu imóvel se torne mais atrativo aos olhos dos compradores e, com isso, diferenciá-lo dos demais, principalmente, em um momento em que a economia brasileira está em recuperação e que já sinaliza muitas perspectivas de melhoras para o mercado imobiliário no presente ano.

Considero três pontos de suma importância:

Após tomada a decisão de vender o imóvel, alguns cuidados são imprescindíveis antes de colocá-lo à disposição do mercado e que venha facilitar e agilizar a comercialização: estou falando em apresentação, documentação e preço!

Apresentar bem seu imóvel aos possíveis interessados é de extrema relevância. Ele deve estar limpo, sem infiltrações, recém pintado com cores claras e neutras, o jardim (se houver) deve estar bem cuidado e com boa manutenção da parte hidráulica e elétrica, e deve estar livre de poluição visual.

Procure retirar objetos pessoais, fotografias e até tapetes. Uma boa limpeza é imprescindível para agradar futuros compradores. Armários devem estar organizados, pois é possível que os interessados queiram abri-los para verem a distribuição dos mesmos, ou se não há cheiro de mofo, característicos de infiltrações.

Saiba que seu animalzinho de estimação não deve estar presente no momento da visita. Se possível, mantenha-o fora do alcance das visitas.

Outro fator importante, é a expectativa e a ansiedade dos vendedores no momento da visita. Acreditem, muitos acabam falando o que não deve nesse momento. Se possível, abra seu imóvel e mantenha-se do lado de fora, enquanto o corretor conduz a visita, e só entre se for chamado, limitando-se a responder o que lhe for perguntado. Mantenha-se neutro e não fale de problemas ou doenças familiares.

Ao colocar seu imóvel à venda, é importante manter um lista com os nomes e números dos telefones das imobiliárias responsáveis pela venda. E, sempre que ligarem agendando uma visita, anote o nome do responsável e, posteriormente, ligue na imobiliária ou para o corretor responsável pelo cadastro, para confirmar a visita.

Essa outra dica é uma questão de segurança sua e da sua família: evite colocar muitas placas de venda!

Ao contrário do que muitos pensam, o acúmulo de placas na fachada do imóvel promovem uma poluição visual e passam a impressão de falta de comprometimento das imobiliárias e  desespero do proprietário para que o imóvel seja vendido.

No que diz respeito à documentação e, embora esse seja um item inerente à finalização do processo da venda, a documentação do imóvel e dos proprietários deve ser esclarecida inicialmente com seu corretor pois, dessa forma, ele não será pego de surpresa, a ponto de colocar em risco a efetivação do negócio.

Os vendedores devem informar ao corretor, inclusive, sobre a existência de dívidas dos mesmos, pois em grande parte dos casos, elas são passíveis de serem negociadas e quitadas no momento da venda.

Questões como inventários e averbação do imóvel devem ser previamente providenciadas, pois elas tem prazos mínimos pelos órgãos competentes para serem regularizadas e podem atrasar o processo de venda.

E, por fim, mas não menos importante, o valor de venda deve ser decidido antes de colocar o imóvel à venda. É importante que seja feita uma avaliação por um ou mais profissionais capacitados e que tenham conhecimento de outros possíveis imóveis na mesma localização e com conhecimento claro dos valores que estão sendo praticados em sua região.

Essa avaliação deve ser livre de valor emocional, podendo variar até 10% acima ou abaixo do valor de mercado e que será feita considerando vários fatores como localização, valor do metro quadrado da região, estado e idade do imóvel.

Imóveis acima do valor de mercado, tendem a demorar para serem vendidos, a menos que ele seja diferencial, em ponto estratégico e a demanda seja maior que a oferta!

Que essas dicas sirvam a você como um norte no momento da venda e desejo uma boa sorte em sua efetivação.

Eliane Regina perfil

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Eliane Regina é graduada em Serviço Social e atua no mercado imobiliário.

É também membro do Clube da Borboleta.

Visagismo: uma imagem fala mais que mil palavras

Por Lívia Komar em 05/04/2017

É considerável o número de pessoas que chegam até nós, cabeleireiros, querendo o cabelo igual ao de uma cantora, atriz e o resultado raramente fica bom. Isso se dá porque precisamos combinar o tipo de corte desejado com o formato do rosto e da estrutura óssea da pessoa.

Assim, para um cabeleireiro acertar o corte, ele precisa usar o Visagismo, que é um conjunto de técnicas usadas para valorizar a beleza de um rosto pela concepção harmônica entre a maquiagem, corte, cor e o penteado.

O Visagismo coloca a imagem em sintonia com o modo de vida de cada um.

Veja algumas dicas:

Rosto Oval – Aceita diversos tipos de cortes, que podem variar desde os curtos até os longos. A franja também é opcional para este tipo de formato de rosto. Para dar um toque extra, entre na moda e evite desenhos retos para os fios. Um corte mais desfiado ou desconectado pode render charme extra a este visual.

Rosto Redondo – É importante não abusar no volume dos fios, em sua extensão. Deixe a parte de cima mais carregada e as laterais desfiadas. As franjas e o comprimento um pouco abaixo do ombro são recomendados e podem ser tanto assimétricos quanto retos. Rabo de cavalo pode não ficar bom para esse formato de rosto.

Rosto Quadrado – Cortes de comprimentos variados são indicados para este formato de rosto. Caso queira um look mais curto, o chanel é uma boa aposta. Cortes mais longos também são indicação certeira. A franja reta deve ser evitada, mas se for em camadas, mais longa, pode cair bem.

Rosto Triangular – Os cabelos desconectados são uma ótima indicação para este rosto. Seja o corte longo, médio ou curto, os fios assimétricos rendem charme e equilibram o formato da face. Especialmente se o seu cabelo for cacheado ou crespo, evite os fios retos. As franjas podem ser curtas e retas ou longas e desfiadas.

Consulte um visagista e descubra qual tipo de corte e cor combina com você.

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Renata Boiani é Borboleta, cabeleireira e visagista, mãe de 2 filhos. Possui uma vida super corrida e é apaixonada pela profissão.

Como Cuidar de Nossos Idosos

Por Lívia Komar em 29/03/2017

O envelhecimento traz alterações nos relacionamentos interpessoais, principalmente por causa das mudanças nos papéis dos idosos na família, no trabalho e na sociedade. A aposentadoria provoca, em muitos casos, crise de identidade e pode levar à depressão que, por sua vez, abre portas para doenças oportunistas, já que a imunidade fica baixa. Surgem também as doenças degenerativas frequentes nessa fase, que causam limitação e dependência. Todos estes aspectos relacionados à terceira idade podem ser minimizados com o apoio e a presença constantes da família.

As mudanças mexem muito com a autoestima dos idosos. Muitos pensam que, por causa da idade, deixaram de ter serventia, ficam deprimidos, ou até mesmo debilitados. O carinho de entes queridos pode significar uma melhoria na qualidade de vida e um envelhecimento mais feliz.

Idosos deprimidos e que tomam medicamentos, podem ter respostas negativas do organismo: a sensação é de punição ao próprio envelhecimento, tornando-se às vezes até rabugentos.

Aí que entra o papel da família: importante fazer com que o idoso se sinta útil, delegando tarefas que caibam dentro de suas condições físicas, como buscar o pão de manhã, ir na quitanda, etc., atividades que o farão inserir-se novamente no seio familiar.

Não ignore seus idosos. Sempre que estiver em rodas de amigos, dirija a conversa a eles, não os trate como se não estivessem ali, faça com que participem, pergunte sobre algum assunto que eles dominavam com facilidade, peça conselhos, elogie sua experiência. Não se esqueça de que o idoso é dono de uma vasta vivência e se aproveite disso pois, inteligentes são os que aprendem com os próprios erros, mas sábios são os que aprendem com os erros dos outros.

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Eunice Bernardes Pena tem 56 anos. Casada há 36, é mãe de Ériton e Erielen. É também avó de 4 lindos netos, seus grandes orgulhos. Artista Plástica e professora, é voluntária em ONGs trabalhando com a Terceira Idade e Crianças no contraturno Escolar além de crianças especiais. Assim como uma borboleta, sua vida está sempre em transformação.

Eunice Bernardes Pena tem 56 anos. Casada há 36, é mãe de Ériton e Erielen. É também avó de 4 lindos netos, seus grandes orgulhos. Artista Plástica e professora, é voluntária em ONGs trabalhando com a Terceira Idade e Crianças no contraturno Escolar além de crianças especiais.Assim como uma borboleta, sua vida está sempre em transformação .

Então estamos aqui!

Por Lívia Komar em 22/03/2017

O Clube da Borboleta, nosso grupo de Facebook, nasceu despretensiosamente há quatro anos. Cresceu, conquistou o público feminino e vem amadurecendo a cada dia, tomando proporções condizentes com seu empenho ao proporcionar conteúdo de qualidade à mulher. E agora, temos mais um super desafio: escrever semanalmente no Blog do ACidade ON, esse veículo de peso que irá ampliar ainda mais a voz da mãe, da empresária, da dona de casa, da jovem, da idosa, da profissional, da esposa, enfim, da mulher, em todas as suas atribuições.

Para nós, é um imenso orgulho fazer parte do time dessa publicação e honraremos esse convite gerando os melhores artigos direcionados para nosso público.

Toda quarta-feira você vai ter a chance de ficar bem pertinho da gente por meio das nossas colunistas – são várias borboletas, em sua maioria moderadoras e administradoras, dispostas a dividir um pouco de seu conhecimento a todas nós. Vamos trazer para vocês debaterem junto com nosso grupo os principais temas que levantaram polêmica ou que, de alguma forma, agregaram conhecimento e informação ao nosso clube.

Além de assuntos da vivência feminina de mãe, mulher, profissional e dona de casa, nossas borboletas abordarão assuntos como mercado imobiliário, casamento e noivas, terceira idade, filhos especiais, psicologia, decoração, saúde, beleza, artesanato, enfim, um leque de temas super bacanas compilados especialmente para você.

Nosso clube, um espaço exclusivamente feminino para troca de conhecimentos e experiências, é um lugar onde mulheres de todas as idades, classes sociais e culturais se comunicam e interagem. Diariamente, são centenas de vivências, intercâmbios culturais, trocas de dicas para o dia-a-dia e indicações com referências de produtos e serviços. Tudo isso em meio a muita diversão e alto astral.

Se você é borboleta, já se deu conta de que é parte dessa irmandade com 176 mil mulheres? Se ainda não é, sua chance de nos conhecer por fora desse mundo do Facebook é aqui e agora! Temos certeza que você vai querer se tornar mais uma de nós.

Nossa gratidão a cada uma das borboletas que fazem diariamente nosso clube um sucesso. Vida longa a mais esse projeto que nasceu graças a colaboração de cada borboleta que literalmente veste a camisa, que se identifica nas redes sociais com nossa marca no perfil, que carrega nosso chaveiro e que exibe o adesivo em seu carro ou moto, ou seja, que tem orgulho de fazer parte dessa multidão de amigas.

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Fabiola Medeiros

Formada em Direito, casada há 25 anos e mãe de dois filhos, Dudu e Fabinho. Mineira de nascimento, carioca de criação e paulista de coração. Atuou no ramo de fotografia de 2004 a 2017 quando decidiu se dedicar exclusivamente ao Clube da Borboleta, seu terceiro bebê.