105 anos do naufrágio do Titanic

Por angelo.davanco em 13/04/2017

Na metade de abril de 1912, os jornais do mundo todo estampavam em suas páginas a tragédia do Titanic, transatlântico que naufragou no dia 14 daquele mês, no oceano Atlântico, na rota entre Southampton, na Inglaterra, de onde partira em 10 de abril, e Nova Iorque, nos Estados Unidos.
O Titanic já havia percorrido mais de 2.500 quilômetros quando bateu em um iceberg e afundou, matando mais de 1.500 pessoas.
A Cidade trouxe, em suas edições de 17, 18, 20 e 21 de abril (veja abaixo) todas as informações sobre a tragédia que provocou uma comoção mundial.

Na metade de abril de 1912, os jornais do mundo todo estampavam em suas páginas a tragédia do Titanic, transatlântico que naufragou no dia 14 daquele mês, no oceano Atlântico, na rota entre Southampton, na Inglaterra, de onde partiu em 10 de abril, e Nova Iorque, nos Estados Unidos.

O Titanic já havia percorrido mais de 2.500 quilômetros quando bateu em um iceberg e afundou, matando mais de 1.500 pessoas.

A Cidade trouxe, em suas edições de 17, 18, 20 e 21 de abril (veja abaixo) todas as informações sobre a tragédia que provocou uma comoção mundial.

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No dia 1º de setembro de 1985, os destroços do Titanic foram localizados por exploradores no fundo do oceano. O assunto foi notícia da edição de 3 de setembro daquele ano, nas páginas de A Cidade:

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Iodyran, o professor de ocultismo

Por angelo.davanco em 06/04/2017

Há 100 anos, Ribeirão Preto recebia a visita do professor de ocultismo Iodyran, para uma conferência no Theatro Carlos Gomes sobre “fogo, vento, ar, terra. Cousas occultas, magia, chiromancia e psychometria. Os planetas. Influencia dos nomes, dos números e das cores.”

No dia 9 de abril de 1917, A Cidade publicou um estudo que o sr. Iodyran fez sobre a letra do prefeito da época, Macedo Bittencourt. Confira a análise abaixo (o corte, à direita da imagem, é original da coleção centenária do jornal)

Jornal

Resposta ao enigma da Casa Castellões

Por angelo.davanco em 13/03/2017

Na semana passada, o blog trouxe um enigma publicado há 83 anos nas páginas de A Cidade. Trata-se do “Concurso Enigmático da Casa Castellões”, que prometia distribuir dez prêmio de 100 cigarros Progresso.
Confira abaixo a nota com a resposta ao enigma e os nomes dos vencedores do concurso.
Nota do blog: Desta vez, em 2017, ninguém acertou o significado do enigma.

Na semana passada, o blog trouxe um enigma publicado há 83 anos nas páginas de A Cidade. O “Concurso Enigmático da Casa Castellões” prometia distribuir dez prêmio de 100 cigarros Progresso.

Confira abaixo a nota com a resposta ao enigma e os nomes dos vencedores do concurso.

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Nota do blog: Desta vez, em 2017, ninguém acertou o significado do enigma.

Você é capaz de decifrar o enigma?

Por angelo.davanco em 08/03/2017

Em suas edições de fevereiro de 1934, A Cidade trazia publicado o “Concurso Enigmático da Casa Castellões”. O leitor que acertasse a frase concorria a dez prêmios de 100 cigarros Progresso.
Aqui no blog ‘Arquivo A Cidade’ não tem prêmio, mas você é capaz de decifrar o enigma publicado há 83 anos pelo jornal? A resposta será publicada no dia 13 de março, em novo post do blog.

Em suas edições de fevereiro de 1934, A Cidade trazia publicado o “Concurso Enigmático da Casa Castellões”. O leitor que acertasse a frase concorria a dez prêmios de 100 cigarros Progresso.

Aqui no blog Arquivo A Cidade não tem prêmio, mas você seria capaz de decifrar o enigma lançado há 83 anos no jornal? A resposta será publicada no dia 13 de março, em novo post do blog.

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Serpentinas, fantasias e lança-perfume no Carnaval de 1917

Por angelo.davanco em 23/02/2017

Há 100 anos, o A Cidade publicava anúncio da loja A Notre-Dame de Paris, na esquina das ruas Amador Bueno e São Sebastião, chamando a atenção para os produtos típicos do Carnaval: Serpentinas, fantasias e lança-perfume.

Introduzido no Brasil no Carnaval de 1904, o lança-perfume era utilizado nas ‘guerras’ de confetes e serpentinas, causando sensação de frio ao atingir a pele dos foliões. Em 1961, foi proibido pelo governo brasileiro devido ao seu poder entorpecente, ao ser inalado.

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Há 83 anos, Ribeirão ganhava a primeira linha de voos de São Paulo

Por angelo.davanco em 16/02/2017

Em fevereiro de 1934, Ribeirão Preto se preparava para ganhar a primeira linha de voos vindos de São Paulo, em um avião da Vasp para oito lugares. Antes da inauguração da rota, o aparelho ficou alguns dias na cidade, para pequenos passeios de “senhoras e senhorinhas” do meio social. O fato foi registrado nas edições do A Cidade nos dias 16 e 18 de fevereiro. Confira:

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Há 55 anos morria Candido Portinari

Por angelo.davanco em 06/02/2017

O pintor natural de Brodowski, Candido Portinari, morreu no dia 6 de fevereiro de 1962. Veja como o fato foi noticiado pelo A Cidade, há 55 anos, em suas edições dos dias 7, 8 e 9 de fevereiro daquele ano.

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Portinari2

Portinari3

Anúncios publicados há 60 anos nas páginas do A Cidade

Por angelo.davanco em 20/12/2016

Em 1956, os anúncios publicados nas páginas de A Cidade exibiam muito mais do que produtos à venda. Muitos deles eram ricos em detalhes artísticos. Conheça abaixo os trabalhos desenvolvidos para marcas como Monark, Coca-Cola, Philips, Gillette, Biotônico Fontoura e até dicas da Cia. Paulista de Força e Luz sobre como trocar um fusível.

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As atrações nos cinemas, há 50 anos, em Ribeirão Preto

Por angelo.davanco em 09/11/2016

Há meio século, Ribeirão Preto contava com nove salas de cinema em ruas do Centro, Campos Elíseo, Vila Tibério e Jardim Paulista, entre outros bairros.
No dia 12 de novembro de 1966, os filmes em cartaz iam do faroeste norte-americano à comédia brasileira, com destaque para “Nudista à Força”, filme com Costinha, Darlene Glória e Claudio Cavalcanti no elenco. O anúncio não deixava por menos e cravava: “É A MELHOR GARGALHADA DO ANO”.
Confira as atrações dos cinemas de Ribeirão Preto naquela época:
Cine Suez: O Fabuloso Criador de Encrencas
Cine Cairo: Na Trilha dos Apaches
Cine São Paulo: Flint contra o Gênio do Mal
Cine Vitória: Dois Homens em Fúria
Cine Campos Elíseos: As Pistolas do Diago
Cine São Jorge: Lana, Rainha das Amazonas
Cine Centenário: Nudista à Força
Cine Santana: Epopéia de Bravos
Cine Marrocos: Ursos na Terra do Fogo

Há meio século, Ribeirão Preto contava com nove salas de cinema em ruas do Centro, Campos Elíseo, Vila Tibério e Jardim Paulista, entre outros bairros.

No dia 12 de novembro de 1966, os filmes em cartaz iam do faroeste norte-americano à comédia brasileira, com destaque para “Nudista à Força”, filme com Costinha, Darlene Glória e Claudio Cavalcanti no elenco. O anúncio não deixava por menos e cravava: “É A MELHOR GARGALHADA DO ANO”.

Confira as atrações dos cinemas de Ribeirão Preto naquela época:

Cine Suez: O Fabuloso Criador de Encrencas

Cine Cairo: Na Trilha dos Apaches

Cine São Paulo: Flint contra o Gênio do Mal

Cine Vitória: Dois Homens em Fúria

Cine Campos Elíseos: As Pistolas do Diago

Cine São Jorge: Lana, Rainha das Amazonas

Cine Centenário: Nudista à Força

Cine Santana: Epopéia de Bravos

Cine Marrocos: Ursos na Terra do Fogo

cinema

Nogueira é o segundo filho de ex-prefeito a assumir o cargo em Ribeirão

Por angelo.davanco em 02/11/2016

Antonio Duarte Nogueira Júnior, eleito no último dia 30 de outubro para governar Ribeirão Preto pelos próximos quatro anos, será o segundo filho de ex-prefeito a assumir o cargo na história do município. Seu pai exerceu o mandato por duas vezes, de 1969 a 1973, e de 1977 a 1983. Antes deles, Camilo de Mattos administrou Ribeirão em 1926. Vinte anos depois, foi a vez de seu filho, Luiz Augusto Gomes de Mattos, exercer o cargo de prefeito municipal.
O blog pesquisou no acervo do A Cidade e encontrou notícias sobre a primeira vez que Antonio Duarte Nogueira foi eleito. Candidato pela Arena, o partido da situação na época da ditadura militar, o pai do atual prefeito eleito venceu a disputa com 30.162 votos. Alfredo Condeixa Filho, do oposicionista MDB, teve 12.952 votos.
Ainda participaram da eleição, no dia 15 de novembro de 1968, e foram derrotados por Nogueira, os candidatos Orestes Lopes de Camargo (Arena), João Gilberto Sampaio (MDB), Orlando Jurca (MDB) e Oswaldo de Abreu Sampaio (Arena).
Posse
No dia 1º de fevereiro de 1969, Antonio Duarte Nogueira subiu a escadaria do Palácio Rio Branco para suceder Welson Gasparini, que concluia o primeiro de seus quatro mandatos.
Com cinco anos de idade na época, Nogueira Júnior participou da transmissão de cargo, como mostra o discurso de posse do pai, publicado no jornal A Cidade de 2 de fevereiro de 1969: “Há alguns instantes, em companhia de minha mulher, filhos e amigos, descia as escadarias da Catedral Metropolitana, essa mesma escadaria que há onze anos subia pela primeira vez, quando cheguei a Ribeirão Preto, para que, na intimidade e silêncio do Templo, encontrasse as condições adequadas ao diálogo da criatura com o Criador.”
Nogueira prossegue em seu discurso: “Hoje, mais do que nunca, sinto que o carinho, a amizade, as oportunidades que a comunidade ribeirãopretana distribui graciosamente a todos os que aqui aportam, em nosso caso, foram transbordantes e esbanjadoras, pois, no campus de Monte Alegre, tornei-me médico, em sua Igreja, casei-me, em seus hospitais, trabalho, na administração pública municipal comecei minha atividade política e, apesar de jamais pertencer a qualquer partido político ou ter desempenhado mandatos eletivos, o povo desta terra, através da manifestação mais autêntica e legítima de sua consciência política, que é o voto, entendeu de fazer-me prefeito.”
Câmara
No ano em que Duarte Nogueira foi eleito prefeito, tendo como vice Domingos Isaac, a Câmara Municipal foi composta pelos seguintes vereadores:
Álvaro Dilermando Chaves
Antonio Carlos Morandini
Antonio Carvalho
Barquet Miguel
Celso Ibson de Silos
Celso Paschoal
Fuad Hanna
João Orlando Cunha
José Delibo
José Galati Junior
José Velloni
Marcelino Romano Machado
Mario Spanó
Orlando Vitaliano
Osório Carlos do Nascimento
Vanir Stocche
Wilson Antonio Gasparini

Antonio Duarte Nogueira Júnior, eleito no último dia 30 de outubro para governar Ribeirão Preto pelos próximos quatro anos, será o segundo filho de ex-prefeito a assumir o cargo na história do município. Seu pai exerceu o mandato por duas vezes, de 1969 a 1973, e de 1977 a 1983. Antes deles, Camilo de Mattos administrou Ribeirão em 1926. Vinte anos depois, foi a vez de seu filho, Luiz Augusto Gomes de Mattos, exercer o cargo de prefeito municipal.

O blog pesquisou no acervo do A Cidade e encontrou notícias sobre a primeira vez que Antonio Duarte Nogueira foi eleito. Candidato pela Arena, o partido da situação na época da ditadura militar, o pai do atual prefeito eleito venceu a disputa com 30.162 votos. Alfredo Condeixa Filho, do oposicionista MDB, teve 12.952 votos.

Ainda participaram da eleição, no dia 15 de novembro de 1968, e foram derrotados por Nogueira, os candidatos Orestes Lopes de Camargo (Arena), João Gilberto Sampaio (MDB), Orlando Jurca (MDB) e Oswaldo de Abreu Sampaio (Arena).

nogueira

Discurso de posse

No dia 1º de fevereiro de 1969, Antonio Duarte Nogueira subiu a escadaria do Palácio Rio Branco para suceder Welson Gasparini, que concluia o primeiro de seus quatro mandatos.

Com cinco anos de idade na época, muito provavelmente Nogueira Júnior participou da transmissão de cargo, como mostra o discurso de posse do pai, publicado no jornal A Cidade de 2 de fevereiro de 1969: “Há alguns instantes, em companhia de minha mulher, filhos e amigos, descia as escadarias da Catedral Metropolitana, essa mesma escadaria que há onze anos subia pela primeira vez, quando cheguei a Ribeirão Preto, para que, na intimidade e silêncio do Templo, encontrasse as condições adequadas ao diálogo da criatura com o Criador.”

Nogueira prossegue em seu discurso: “Hoje, mais do que nunca, sinto que o carinho, a amizade, as oportunidades que a comunidade ribeirãopretana distribui graciosamente a todos os que aqui aportam, em nosso caso, foram transbordantes e esbanjadoras, pois, no campus de Monte Alegre, tornei-me médico, em sua Igreja, casei-me, em seus hospitais, trabalho, na administração pública municipal comecei minha atividade política e, apesar de jamais pertencer a qualquer partido político ou ter desempenhado mandatos eletivos, o povo desta terra, através da manifestação mais autêntica e legítima de sua consciência política, que é o voto, entendeu de fazer-me prefeito.”

Câmara

No ano em que Duarte Nogueira foi eleito prefeito, tendo como vice Domingos Isaac, a Câmara Municipal foi composta pelos seguintes vereadores:

Álvaro Dilermando Chaves

Antonio Carlos Morandini

Antonio Carvalho

Barquet Miguel

Celso Ibson de Silos

Celso Paschoal

Fuad Hanna

João Orlando Cunha

José Delibo

José Galati Junior

José Velloni

Marcelino Romano Machado

Mario Spanó

Orlando Vitaliano

Osório Carlos do Nascimento

Vanir Stocche

Wilson Antonio Gasparini